Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

Amplia-se confiança da população nas medidas econômicas

Sexta, 08 de Julho de 2011 às 07:55, por: CdB

Uma alta no Índice Nacional de Confiança (INC), elaborado e divulgado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostra que as medidas adotadas na área econômica começam a surtir efeito e que a população confere credibilidade ao governo que se iniciou a seis meses, comandado pelo presidenta Dilma Rousseff.

Elaborado pela ACSP em parceria com a empresa de pesquisas Ipsos, o INC subiu de 143 pontos em maio para 149 em junho. Foi a primeira alta após cinco meses de queda nesse índice. Para os economistas da ACSP, o controle recente da inflação foi um dos principais fatores que alavancaram a recuperação do otimismo dos consumidores.

A pesquisa resulta de mil entrevistas domiciliares por mês, feitas em nove regiões metropolitanas e 70 cidades do interior do País. O indicador varia de zero a 200 pontos, sendo que acima de 100 pontos indica otimismo. Por esta última, mais uma vez, a classe C lidera entre os consumidores mais otimistas, com 155 pontos em junho, ante 144 em maio.

Diminui o pessismismo com a economia


Na sequência vem as classes A/B, com 144 pontos em junho, e 143 no mês anterior. As classes D/E registraram 126 pontos em junho, contra 125 em maio. Na divisão por regiões, os brasileiros mais otimistas estão no Sul, com 190 pontos em junho ante 173 em maio; nas regiões Norte/Centro-Oeste, com 180 pontos contra 169 de maio; no Sudeste, com 150 pontos contra os 151 do mês anterior; e no Nordeste, que passou de 108 pontos em maio para 119 em junho.

Entre os entrevistados, 41% se sentem mais confiantes no emprego em junho, ante 39% em maio. Já 22% se sentiam menos confiantes, mesmo porcentual do mês anterior. Na questão do próprio bolso, a confiança dos consumidores também melhorou em relação à situação financeira.

Neste quesito, em junho, 48% dos entrevistados consideravam a situação boa - em maio eram 43%. Os que avaliam a situação financeira como ruim caíram de 30% para 25% de um mês para o outro. E para os próximos seis meses, 54% acreditavam em junho que a situação financeira melhorará, contra 51% em maio. Os pessimistas somavam apenas 10%, mesmo porcentual do mês anterior.



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