A América Móvil fez uma oferta de 7,2 bilhões de euros (US$ 9,6 bilhões) pelas ações do grupo holandês de telecomunicações KPN que ainda não possui, desafiando uma oferta rival pelos negócios da KPN na Alemanha.
A América Móvil fez uma oferta de 7,2 bilhões de euros (US$ 9,6 bilhões) pelas ações do grupo holandês de telecomunicações KPN
A América Móvil fez uma oferta de 7,2 bilhões de euros (US$ 9,6 bilhões) pelas ações do grupo holandês de telecomunicações KPN que ainda não possui, desafiando uma oferta rival pelos negócios da KPN na Alemanha.
A espanhola Telefónica tinha anunciado no mês passado oferta de US$ 11 bilhões pela operadora alemã E-Plus, melhor ativo da KPN, lançando dúvidas sobre o futuro dos caros investimentos da América Móvil na Europa.
As companhias telecomunicações da Europa estão buscando consolidação em uma tentativa de se adaptar a mercados maduros, atingidos por recessão e permeados por regulamentações mais duras e caras atualizações de infraestrutura.
A América Móvil, do bilionário mexicano Carlos Slim, tem uma participação na austríaca Telekom Austria e surpreendeu analistas quando avançou sobre a Europa em um momento em que se via oportunidades maiores de crescimento em mercados emergentes.
Fontes próximas do assunto afirmam que a América Móvil considera que a oferta da Telefónica pela E-Plus é muito baixa, forçando a companhia ou a tomar controle dos 70% da KPN que ainda não possui ou tentar obter um preço maior da companhia espanhola, grande rival do grupo mexicano na América Latina.
Um eventual bloqueio da compra da E-Plus pela Telefónica será um revés na tentativa do grupo espanhol de reforçar sua posição na Alemanha, maior economia da Europa.
A oferta da América Móvil avalia a KPN inteira em 10,2 bilhões de euros, ante 8,1 bilhões de euros da proposta da Telefónica só pela E-Plus, que envolve dinheiro e ações.
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