Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Amazon interrompe pedidos de alguns filmes da Disney, diz jornal

O Wall Street Journal, informou que a Amazon.com interrompeu pedidos de alguns filmes da Disney, no que parece ser mais uma disputa de contratos depois de a gigante online iniciar uma prolongada briga com a editora Hachette Book Group este ano.

Segunda, 11 de Agosto de 2014 às 09:18, por: CdB
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A Amazon.com não respondeu imediatamente pedidos de comentários sobre a reportagem. Um porta-voz da Disney não comentou O pacote de batatas foi filmado através de um vidro à prova de som
O Wall Street Journal, informou que  a Amazon.com interrompeu pedidos de alguns filmes da Disney, no que parece ser mais uma disputa de contratos depois de a gigante online iniciar uma prolongada briga com a editora Hachette Book Group este ano. Cópias físicas de títulos como Malévola e  Capitão América: O Soldado Invernal não estavam disponíveis para compras na Amazon.com neste domingo. Mas cópias digitais de alguns dos filmes em questão ainda estavam disponíveis para pedidos. A Amazon.com não respondeu imediatamente pedidos de comentários sobre a reportagem. Um porta-voz da Disney não comentou. A Amazon tem promovido uma batalha contra a Hachette, a quarta maior editora dos Estados Unidos, sobre o preço que a varejista online pode cobrar por e-books. A Hachette é controlada pela francesa Lagardere. Um grupo chamado Autores Unidos divulgou um anúncio de duas páginas no New York Times deste domingo, criticando a Amazon por interromper pedidos de alguns autores da Hachette e atrasar a entrega de livros de autores da editora. O anúncio foi assinado por mais de 700 escritores, incluindo Stephen King e Donna Tartt. A Amazon diz que o preço de US$ 14,99 a US$ 19,99 para e-books é muito alto. Alega que e-books mais baratos vendem mais cópias e, portanto, em última análise geram mais receitas e mais direitos autorais. Tecnologia
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Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Microsoft e Adobe desenvolveram um algoritmo que pode reconstruir um sinal de áudio apenas analisando as minúsculas vibrações gravadas em vídeo de objetos reagindo a sons. Cada vez que um som é emitido, as ondas acústicas fazem que os objetos ao redor deste som registrem estas pequenas vibrações, invisíveis a olho nu. - Quando o som atinge um objeto, faz com que o objeto vibre. O movimento desta vibração cria um sinal visual muito sutil que, geralmente, é invisível a olho nu. As pessoas não percebem que há informação lá - disse Abe Davis, um dos pesquisadores envolvidos no estudo. Em uma das experiências os cientistas conseguiram recuperar sons compreensíveis, claros, a partir das vibrações recuperadas de um saco de batatas fritas fotografado a pouco mais de 4,5 metros de distância e atráves de um vidro à prova de som. A tecnologia pode ser aplicada no mundo da espionagem, transformando vídeos de objetos vibrando em portadores de mensagens secretas que poderão ser decifradas apenas pelos que tiverem o programa adequado. Outros objetos Em outras experiências, os cientistas conseguiram extrair sinais de áudio a partir de vídeos de papel alumínio, da superfície de um copo d'água e até das folhas de uma planta em um vaso. Os pesquisadores tocaram a música infatil popular Mary Had a Little Lamb ("Mary tinha um carneirinho", em tradução livre) em uma sala onde estava uma planta em um vaso. A partir de um vídeo da planta, eles conseguiram reconstruir o som da música (ouça ao lado*). No caso da experiência com o saco de batatas fritas, a equipe conseguiu recriar uma voz humana a partir do vídeo filmado através da parede de vidro à prova de som. A tecnologia usada nestas experiências é parecida com a de microfones a laser, usados por espiões para escutar conversas medindo as vibrações em superfícies reflexivas. Mas ao invés de usar um equipamento caro e altamente especializado, os pesquisadores do MIT conseguiram transformar todos os tipos de objetos em microfones. Janelas cobertas Os cientistas conseguiram criar um método para extrair com um algoritmo a informação necessária de gravações de vídeo feitas até com câmeras digitais simples. Além das aplicações no setor de espionagem, Abe Davis afirma que quer investigar se o novo método pode revelar informações sobre a estrutura interna dos objetos. - Não apenas podemos conseguir informações sobre os sons emitidos perto dos objetos, mas também sobre os próprios objetos, porque cada um responderá ao áudio de uma maneira diferente - afirmou. Alexei Efros, professor de engenharia elétrica da Universidade da Califórnia, Berkeley, disse que o trabalho dos cientistas do MIT é inovador. - Às vezes vemos filmes como os de James Bond e pensamos que são truques de Hollywood. Mas, de repente, já é uma realidade que parece saída de um filme. O assassino que confessou seu crime pode ser delatado pelas vibrações de seu pacote de batatas fritas - disse Efros ao jornal britânico The Guardian. Alguns especialistas em espionagem conseguem ver outras implicações e destacam que, no futuro, poderá ser crucial cobrir todas as janelas durante uma conversa mais importante.
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