O mais novo dispositivo móvel da Amazon.com, um smartphone que pode contar com uma tela 3D, é a mais recente tentativa da varejista de exercer sua influência sobre o modo como consumidores compram on-line. O presidente-executivo, Jeff Bezos, vai presidir um misterioso lançamento nesta quarta-feira perto de seu campus em Seattle. Observadores do setor antecipam a chegada de um smartphone sobre o qual rumores existem há muito, após anos de desenvolvimento.
O comércio móvel cresceu a uma taxa quase duas vezes maior que o varejo on-line durante o primeiro trimestre, segundo a comScore
O mais novo dispositivo móvel da Amazon.com, um smartphone que pode contar com uma tela 3D, é a mais recente tentativa da varejista de exercer sua influência sobre o modo como consumidores compram on-line. O presidente-executivo, Jeff Bezos, vai presidir um misterioso lançamento nesta quarta-feira perto de seu campus em Seattle. Observadores do setor antecipam a chegada de um smartphone sobre o qual rumores existem há muito, após anos de desenvolvimento.
Não está claro se um display 3D, como amplamente divulgado, é o bastante para ajudar o novo concorrente a se destacar em um campo superlotado, dominado pelo iPhone da Apple e pelos dispositivos Galaxy da Samsung. Três quartos dos consumidores online norte-americanos já possuem um smartphone, de acordo com o serviço de rastreamento de dados on-line comScore.
O lançamento, no entanto, reflete como smartphones e tablets estão rapidamente se tornando o modo como muitos consumidores visualizam e compram itens on-line. O comércio móvel cresceu a uma taxa quase duas vezes maior que o varejo on-line durante o primeiro trimestre, segundo a comScore.
Analistas dizem que a Amazon tem mais oportunidades fora dos Estados Unidos. Apenas 30% dos 5,2 bilhões de telefones no mercado são smartphones, escreveu Vitor Anthony, analista da Topeka Capital Markets, em uma nota de pesquisa de 5 de junho.
Duas fontes disseram que o dispositivo contém recursos 3D visíveis ao olho nu.
YouTube
O YouTube afirmou nesta terça-feira que planeja lançar um serviço pago de transmissão de música. A companhia, controlada pelo Google, fez parceria com "centenas de grandes gravadoras e selos independentes" para o novo produto.
O anúncio ocorre em meio a críticas de alguns grupos que afirmam que o YouTube planeja bloquear o conteúdo de certos selos de aparecer em seu site gratuito de vídeos, a menos que assinem acordos para participar do novo serviço de música.
Segundo os grupos, os acordos sendo oferecidos pelo YouTube são "altamente desfavoráveis e com termos não negociáveis", segundo comunicado divulgado pela Rede Mundial da Indústria Fonográfica Independente.
O YouTube não comentou os termos, mas afirmou em comunicado que o novo serviço vai gerar nova fonte de receita para a indústria da música.
- Estamos adicionando recursos baseados em assinatura no YouTube para gerar a nossos parceiros da indústria fonográfica novas fontes de receita além das centenas de milhões de dólares que o YouTube já gera para eles a cada ano - afirmou o YouTube em comunicado.
O novo serviço deve ser lançado até meados de setembro e permitirá aos usuários acessar música sem anúncios publicitários, segundo uma fonte com conhecimento do assunto. Entre outros recursos esperados está a capacidade de ouvir música offline e ouvir um álbum inteiro de um artista em vez de apenas faixas individuais, como acontece atualmente no YouTube, acrescentou a fonte.
O Google lançou o serviço de música Play All Access, a US$ 9,99 por mês, em 2013. O futuro serviço do YouTube poderá funcionar em conjunto com o Play, para que os usuários não sejam forçados a assinar dois produtos separados, afirmou a fonte.
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