Amazon corta preço de serviço de computação em nuvem
A Amazon.com vai reduzir o preço da maioria de seus serviços de computação em nuvem a partir do dia 1 de abril, disse a maior varejista online dos Estados Unidos, um dia depois do rival Google ter definido um grande corte de preço em seus serviços.
A Amazon.com vai reduzir o preço da maioria de seus serviços de computação em nuvem a partir do dia 1 de abril
A Amazon.com vai reduzir o preço da maioria de seus serviços de computação em nuvem a partir do dia 1 de abril, disse a maior varejista online dos Estados Unidos, um dia depois do rival Google ter definido um grande corte de preço em seus serviços.
Os cortes de preços vão de 10 % até 65%, disse Andrew Jassy, vice-presidente sênior da Amazon Web Services (AWS), em uma conferência para desenvolvedores web da Amazon em San Francisco.
Esta é a 42ª redução de preço da AWS desde seu lançamento há oito anos. Em outro comunicado à imprensa na quarta-feira, a companhia disse que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos classificou os serviços de computação em nuvem da Amazon como seguros o suficiente para uso mais amplo dentro do departamento.
A AWS fornece infraestrutura para companhias famosas da Web como o serviço de transmissão de filmes online Netflix e a rede social Pinterest.
Os serviços em nuvem têm se tornado cada vez mais populares entre startups de tecnologia com orçamento apertado e companhias maiores, que passaram a adotar computadores detidos e operados por empresas como a Amazon e o Google ao invés de comprar os equipamentos por conta própria.
Microsoft e Dell
A Microsoft e a Dell selaram um acordo de licenciamento de patentes em que a Dell pagará à gigante de software royalties nas vendas de dispositivos alimentados pelos sistemas Android e Chrome, da Google.
As duas companhias vão licenciar entre si outras propriedades intelectuais relacionadas a aparelhos Android e Chrome, como os "Chromebooks", feito sob o sistema operacional do Google Chrome.
A Microsoft está envolvida em uma batalha com a Google para assegurar que os fabricantes de celulares com o sistema operacional Android paguem uma taxa à Microsoft. A maioria dos fabricantes como a Samsung, LG e HTC concorda em pagar royalties sobre os smartphones Android, sistema que a Microsoft acredita que infringe suas patentes.
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