Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Amazon apresenta serviço de assinatura de e-books com acesso ilimitado

A Amazon.com divulgou um serviço de assinatura que permite a clientes lerem quantos livros eletrônicos (e-books) quiserem de sua biblioteca de mais de 600 mil títulos. Os assinantes do serviço Kindle Unlimited, que custa US$ 9,99 por mês, podem ler os e-books no Kindle, leitor de livros digitais da Amazon, ou em qualquer dispositivo que suporte o aplicativo do Kindle.

Domingo, 20 de Julho de 2014 às 07:26, por: CdB
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O serviço da Amazon compete com outros no mercado, incluindo o Oyster, que cobra US$ 9,95 ao mês por acesso ilimitado
A Amazon.com divulgou  um serviço de assinatura que permite a clientes lerem quantos livros eletrônicos (e-books) quiserem de sua biblioteca de mais de 600 mil títulos. Os assinantes do serviço Kindle Unlimited, que custa US$ 9,99 por mês, podem ler os e-books no Kindle, leitor de livros digitais da Amazon, ou em qualquer dispositivo que suporte o aplicativo do Kindle. Os clientes podem ler livros incluindo "Jogos Vorazes", "As Aventuras de Pi" e "O Diário de um Banana". Os assinantes também terão acesso a milhares de audio books. O serviço da Amazon compete com outros no mercado, incluindo o Oyster, que cobra US$ 9,95 ao mês por acesso ilimitado aos seus mais de 500 mil títulos. Apple A Apple não forneceu soluções concretas e imediatas para resolver o problema de adultos e crianças que fazem dívidas no cartão de crédito ao fazerem compras usando aplicativos de tablets e telefones celulares, disse a Comissão Europeia nesta sexta-feira. Na sequência de preocupações levantadas por grupos de consumidores em alguns países europeus, o executivo da União Europeia chamou membros da indústria, políticos e autoridades de proteção ao consumidor para discutir diretrizes mais claras em fevereiro. Desde então, o Google, dono do sistema operacional para smartphones Android, propôs medidas que estão sendo implementadas. As medidas incluem a proibição de usar a palavra "grátis" quando jogos contiverem aplicativos para compras e mudar as configurações padrão para que os pagamentos tenham que ser autorizados antes de cada compra. Mas a Comissão disse que a Apple não fez quaisquer compromissos firmes para resolver o problema de aprovação de pagamentos. - Não foram vistas soluções concretas e imediatas pela Apple até o momento para tratar das preocupações ligadas particularmente com a autorização de pagamentos - disse a Comissão em comunicado. A Apple disse que vai abordar as preocupações levantadas pela Comissão, embora não tenha dado nenhum prazo sobre quando irá fazer as mudanças, disse o executivo da UE. - Durante o ano passado nós asseguramos que qualquer aplicativo que permita a clientes fazer compras sejam claramente identificados - disse um porta-voz da Apple. "Vamos continuar a trabalhar com os países membros da Comissão Europeia para dar respostas às suas preocupações".  
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