Alunos da Universidade de Brasília fazem assembleia para definir rumos da ocupação à reitoria
Os alunos da Universidade de Brasília (UnB) que ocuparam a reitoria da instituição convocaram nesta terça-feira, uma assembleia geral de estudantes para discutir os rumos da mobilização. Na última quinta-feira, após reunião com o reitor Ivan Camargo, alguns alunos insatisfeitos decidiram invadir e ocupar o gabinete da reitoria em protesto contra processos relativos ao denominado catracaço e aos danos provocados durante festas no Instituto Central de Ciências, conhecido como minhocão.
Segundo o reitor, as festas no minhocão também trouxeram prejuízos por causa da sujeira espalhada e laboratórios e banheiros depredados
Os alunos da Universidade de Brasília (UnB) que ocuparam a reitoria da instituição convocaram nesta terça-feira, uma assembleia geral de estudantes para discutir os rumos da mobilização. Na última quinta-feira, após reunião com o reitor Ivan Camargo, alguns alunos insatisfeitos decidiram invadir e ocupar o gabinete da reitoria em protesto contra processos relativos ao denominado catracaço e aos danos provocados durante festas no Instituto Central de Ciências, conhecido como minhocão.
O catracaço aconteceu em fevereiro do ano passado, quando alunos liberaram as catracas do restaurante universitário por quatro dias, reivindicando melhorias no sistema de assistência estudantil. Segundo a universidade, os prejuízos somam R$ 29 mil. Oito estudantes respondem a processo administrativo e podem ter que pagar os prejuízos à empresa que administra o restaurante.
Segundo o reitor, as festas no minhocão também trouxeram prejuízos por causa da sujeira espalhada e laboratórios e banheiros depredados. Por isso, processos administrativos estão sendo movidos contra os centros acadêmicos. Os estudantes dizem que as festas são formas de integração estudantil e pedem um conselho paritário para definir as regras de convivência dentro da universidade.
O Diretório Central dos Estudantes é contra os processos administrativos, mas também considera ilegítima a ocupação da reitoria.
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