O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo observou uma alta de 0,10% na primeira quadrissemana de setembro, depois de fechar agosto com alta de 0,07%, informou nesta quarta-feira a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O ítens do grupo Alimentação registraram, novamente, o maior avanço do período, de 1,42%, embora os preços de Vestuário e Habitação tenham apresentado uma queda mais significativa.
O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.
A mesma pressão dos alimentos, também no atacado, fez com que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) abrisse setembro com alta de 0,80%, ante avanço de 0,27% no mesmo período de agosto. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou, nesta quarta-feira, que o Índice de Preços por Atacado (IPA) avançou 1,19% na primeira leitura do mês, frente a 0,29% no mesmo período de agosto.
Entre os bens finais, "contribuiu para a aceleração o subgrupo 'alimentos processados', cuja taxa passou de 1,19% para 2,34%", acrescentou o relatório da FGV.
No Índice de Preços ao Consumidor (IPC) nacional, porém, os alimentos contribuíram para uma desaceleração da taxa. O IPC subiu apenas 0,05%, depois de ter avançado 0,14% na primeira prévia de agosto. Nesse caso, os preços do grupo Alimentação caíram 0,25% na abertura de setembro depois da alta de 0,54% em igual período de agosto. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,13%, frente a 0,42% na abertura de agosto.