Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

Alerj exige que Cedae normalize fornecimento de água

A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Luiz Martins (PDT), protocolou, em caráter de urgência, pedido de antecipação de tutela em face da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae).

Quarta, 30 de Outubro de 2013 às 08:42, por: CdB
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A comissão solicita também que a companhia seja obrigada a ressarcir o consumidor pelos danos materiais
A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Luiz Martins (PDT), protocolou, em caráter de urgência, pedido de antecipação de tutela em face da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), para obrigar a empresa a restabelecer o fornecimento de água dos moradores dos bairros atingidos em 24 horas ou, enquanto a ré esteja impossibilitada de prestar o fornecimento de água, que o faça através de “carros pipa” sem ônus aos consumidores lesados, sob pena de multa diária de R$ 10 mil reais. Moradores e comerciantes de Santa Teresa - na região central do Rio informaram que continuam tendo problemas com o abastecimento de água nesta manhã de quarta-feira. Moradores disseram que estão sem água desde quinta-feira da semana passada, quando a Cedae paralisou as atividades na estação de Guandu para manutenção. De acordo com a companhia, ao longo da madrugada desta quarta-feira, o abastecimento foi normalizado em Laranjeiras, Flamengo e Botafogo, na Zona Sul. - A comissão recebeu dezenas de ligações telefônicas de consumidores que não sabem como proceder. É fundamental que os serviços atendam as necessidade básicas da população - afirmou o deputado. A comissão solicita também que a companhia seja obrigada a ressarcir o consumidor pelos danos materiais, nas hipóteses em que o serviço de fornecimento de água potável não tenha sido prestado de forma contínua, obrigando o consumidor a obter água por meio do serviço de terceiros (carros-pipa). Desde a madrugada de quinta-feira, cariocas de diversas regiões da cidade sofrem com a falta de abastecimento de água. Uma manutenção preventiva da estação de tratamento de água do Guandu fez com que o fornecimento fosse reduzido. Além disso, um vazamento de uma tubulação de água na região do Maracanã, no sábado, prejudicou a normalização dos serviços em algumas ruas. A irregularidade fez com que o preço de um caminhão pipa passasse a valer até R$ 4 mil , 12.181% a mais do que o preço de venda da Cedae (R$ 32,57).
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