Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Alencar presta homenagens aos judeus no Dia da Imigração

Presidente da República em exercício, José Alencar participou, nesta quinta-feira, das comemorações do Dia da Imigração Judaica, no Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro. O Dia da Imigração Judaica homenageia a contribuição dessa comunidade na formação da cultura brasileira, especialmente nos campos artístico, político, diplomático, da indústria, do comércio e das finanças. (Leia Mais)

Quinta, 18 de Março de 2010 às 10:19, por: CdB

Presidente da República em exercício, José Alencar participou, nesta quinta-feira, das comemorações do Dia da Imigração Judaica, no Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro. O Dia da Imigração Judaica homenageia a contribuição dessa comunidade na formação da cultura brasileira, especialmente nos campos artístico, político, diplomático, da indústria, do comércio e das finanças.

À tarde, Alencar reúne-se, na sede da Petrobras, com o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Eles vão tratar da possibilidade de construção pela Petrobras de uma usina de amônia na cidade de Uberaba, região de grande produção agropecuária no Estado.

Medo da desonra

Alencar, na noite passada quarta-feira, durante a entrega de um prêmio, oferecido por um diário carioca, ao comentar a luta que trava contra o câncer há cerca de 13 anos, disse que não tem medo da morte, mas da desonra.

– Eu tenho dito que eu não tenho medo da morte, eu tenho medo da desonra, que um homem público deve ter medo da desonra, porque um homem honrado, ele não morre nunca, mesmo depois de sepultado, ele continua vivo na memória de todos que o conheceram. E o outro, não. O outro, as pessoas, mesmo que tenham convivido com ele, procuram dizer que não o conheceram. Esse pode morrer em vida – afirmou.

Ele reafirmou, ainda, que se Deus quiser levá-lo, não precisa de câncer:

– Se Ele não quiser que eu vá, também não há câncer que me leve. E eu estou desconfiado que Ele não quer que eu vá por enquanto.

O político, ao melhor estilo mineiro, preferiu não dar muitos detalhes sobre sua possível candidatura a uma vaga no Senado, nas eleições de outubro, pelo Estado de Minas Gerais.

– Eu, hoje, estou como soldado, à disposição não só do partido como dos partidos coligados. E, obviamente, mais ainda à disposição de um projeto maior, que consulte o interesse nacional e do meu Estado. Agora, sair candidato por minha conta, dizer 'eu sou candidato', isso aí eu não vou fazer. Agora, se todos quiserem que eu seja, eu vou estudar – desconversou.

O resultado da pesquisa CNI/Ibope, que mostra o crescimento da presidenciável petista, Dilma Rousseff, foi alvo de comentários do presidente em exercício.

– Na medida em que as pessoas vão conhecendo as propostas e tudo aquilo que pensa o candidato, obviamente facilita mais a aceitação do seu nome. Eu posso dizer que a ministra Dilma é uma pessoa que reúne todas as condições para realizar um excelente trabalho, especialmente dando continuidade a programas do governo atual, porque ela é dedicada e, como chefe da Casa Civil, ela é uma espécie de superintendente do governo – concluiu.

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