Segundo o IBGE, os combustíveis subiram 1,18%. O litro do álcool ficou 5,3% mais caro. A gasolina, que possui um percentual de álcool na sua composição, subiu 0,81%. Também se destacaram as altas dos remédios (0,80%), do telefone celular (1,06%) e do cigarro (2,1%).
O aumento no preço do álcool combustível e da gasolina puxou a taxa de inflação medida pelo IPCA-15. Medido pelo IBGE, indicador que funciona como uma espécie de prévia do IPCA, índice oficial de inflação utilizado pelo governo.
O IPCA-15 passou de 0,22% em abril para 0,26% em maio. Com isso, acumula alta de 1,88% no ano e 2,99% nos últimos 12 meses.
Os alimentos tiveram deflação de 0,12% neste mês e impediram um aumento maior da taxa, de acordo com o IBGE. As maiores quedas foram observadas no tomate (-35,08%) e cenoura (-22,70%).
"Apesar da redução na taxa de crescimento dos produtos alimentícios, o IPCA-15 de maio foi um pouco maior. É que itens importantes como combustíveis tiveram alta de um mês para o outro. Constituíram-se, assim, na maior contribuição individual no índice", informa o relatório do IBGE