Aiea: resfriamento de usina no Japão avança, mas situação ainda é grave
O trabalho de resfriamento dos reatores nucleares da Usina de Fukushima Daiichi, no Japão, evolui, mas segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), a situação continua grave.
O trabalho de resfriamento dos reatores nucleares da Usina de Fukushima Daiichi, no Japão, evolui, mas segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), a situação continua grave.
As operações na usina foram suspensas temporariamente por causa de uma fumaça cinza que saía do reator número 3. Técnicos foram retirados do local mas, até o momento, não foram detectadas alterações no nível de radiação ou na pressão do reator.
Em entrevista, os técnicos da usina explicaram que a fumaça e o vapor que sobem das ruínas estão menos intensos e que o sistema de resfriamento já foi retomado em três reatores.
O grau de seriedade do acidente nuclear, no entanto, foi mantido em 5, em uma escala internacional que varia de 1 a 7.
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