Os órgãos de segurança e fiscalização do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek iniciaram nesta sexta-feira a Operação Aeroporto JK Seguro. De acordo com a Receita Federal, o objetivo é reforçar as ações de segurança e controle para combater o contrabando e o porte irregular de valores, medicamentos, alimentos, entorpecentes, armas e munições.
A ação deverá destacar a presença do Estado e a mobilização para o emprego dos recursos disponíveis diante dos grandes eventos previstos: Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014) e Olimpíadas (2016). Participam da operação cerca de 40 servidores da Receita Federal do Brasil, 18 policiais federais e agentes de segurança, servidores da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal e agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que promoverão a retenção de produtos ou mercadorias de origem estrangeira com indícios de entrada irregular no país.
Aeroporto de Brasília reforça fiscalização
Os órgãos de segurança e fiscalização do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek iniciaram nesta sexta-feira a Operação Aeroporto JK Seguro. De acordo com a Receita Federal, o objetivo é reforçar as ações de segurança e controle para combater o contrabando e o porte irregular de valores, medicamentos, alimentos, entorpecentes, armas e munições.
Sexta, 18 de Fevereiro de 2011 às 05:31, por: CdB
Os órgãos de segurança e fiscalização do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek iniciaram nesta sexta-feira a Operação Aeroporto JK Seguro. De acordo com a Receita Federal, o objetivo é reforçar as ações de segurança e controle para combater o contrabando e o porte irregular de valores, medicamentos, alimentos, entorpecentes, armas e munições.
A ação deverá destacar a presença do Estado e a mobilização para o emprego dos recursos disponíveis diante dos grandes eventos previstos: Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014) e Olimpíadas (2016). Participam da operação cerca de 40 servidores da Receita Federal do Brasil, 18 policiais federais e agentes de segurança, servidores da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal e agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que promoverão a retenção de produtos ou mercadorias de origem estrangeira com indícios de entrada irregular no país.