A decisão do juiz Átis Araújo de Oliveira, de condenar Roberto Rainha, irmão de José Rainha - principal líder do MST no Pontal do Paranapanema - é alvo de protestos da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap), que reúne cerca de 400 profissionais ligados a movimentos sociais.
Roberto Rainha é acusado de formação de quadrilha, junto com mais dez integrantes do MST. Há cerca de um mês, o juiz Átis Araújo de Oliveira negou o direito de Rainha aguardar em liberdade o julgamento do recurso de apelação.
Segundo a Renap, protesto será silencioso. Todos os profissionais integrantes da rede colocarão o nome e o número de inscrição de Roberto Rainha em todas as petições que a partir de agora protocolarem.
Líder do MST, José Rainha Jr., de 43 anos, está na penitenciária 1 de Presidente Venceslau (620 km a oeste de São Paulo), desde julho deste ano.
Rainha, com prisão preventiva decretada em 11 de julho deste ano, é acusado de furto e formação de quadrilha durante a invasão de uma fazenda da região. Foi condenado a dois anos e oito meses de prisão por porte ilegal de arma.
A mulher de José Rainha, Diolinda Alves de Souza, foi condenada a dois anos e oito meses de prisão por formação de quadrilha. Diolinda está presa na cadeia pública de Piquerobi (615km a oeste de São Paulo).
Advogados vão protestar contra condenação de Rainha
A decisão do juiz Átis Araújo de Oliveira, de condenar Roberto Rainha, irmão de José Rainha - principal líder do MST no Pontal do Paranapanema - é alvo de protestos da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap), que reúne cerca de 400 profissionais ligados a movimentos sociais. (Leia Mais)
Quinta, 02 de Outubro de 2003 às 17:30, por: CdB