Acusado de pedofilia, dono de escola alega que menina é 'produto no mercado'
Por Leandro Mazzini - É tão assustadora quanto o escândalo de pedofilia no Amazonas a petição da defesa do empresário Waldery Areosa na tentativa de habes corpus preventivo. Em sua defesa, o dono de escola e faculdade alegou, no documento, que as menores são 'produto no mercado', e cita até a violência presumida consentida.
Em sua defesa, o dono de escola e faculdade alegou, no documento, que as menores são 'produto no mercado'
É tão assustadora quanto o escândalo de pedofilia no Amazonas a petição da defesa do empresário Waldery Areosa na tentativa de habes corpus preventivo. Em sua defesa, o dono de escola e faculdade alegou, no documento, que as menores são 'produto no mercado', e cita até a violência presumida consentida. Com o deputado estadual Fausto Souza também acusado, a Assembleia Legislativa do Amazonas vai abrir CPI. A denúncia foi feita pelo Ministério Público na Operação Estocolmo.
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