Rio de Janeiro, 07 de Agosto de 2026

ACM defende salário mínimo digno e elogia Lula

No programa político do PFL baiano, exibido na noite desta segunda-feira em cadeia estadual de rádio e TV, na Bahia, o senador Antonio Carlos Magalhães lembrou a luta pessoal e do partido por um salário mínimo digno - o senador baiano defende um mínimo equivalente a US$100 -, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou a incoerência do PT no que tange às reformas constitucionais. (Leia Mais)

Terça, 01 de Julho de 2003 às 07:06, por: CdB

No programa político do PFL baiano, exibido na noite desta segunda-feira em cadeia estadual de rádio e TV, na Bahia, o senador Antonio Carlos Magalhães lembrou a luta pessoal e do partido por um salário mínimo digno - o senador baiano defende um mínimo equivalente a US$100 -, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou a incoerência do PT no que tange às reformas constitucionais. ACM voltou a ressaltar que é a favor de um salário mais justo do que os R$ 240,00 oferecidos pelo governo federal. Ele se posicionou contra o aumento da carga tributária brasileira, que hoje corresponde a cerca de 36% do Produto Interno Bruto (PIB). - Sou pelo aumento do mínimo e contra o aumento de impostos. O País não precisa mais de aumento de impostos e da carga tributária - disse o senador baiano. Para ele, a queda de juros é uma necessidade, mas isso depende de uma série de fatores macroeconômicos. - Sou favorável à queda de juros, pois isso iria promover desenvolvimento. O ex-presidente do Congresso Nacional também criticou a incoerência do PT no tocante às reformas constitucionais e defendeu a oposição responsável ao governo do presidente Lula. - Se o PT mudou de posição em relação às reformas, defendendo hoje o que foi contra no passado, nós não podemos mudar a nossa posição e ser contra. Devemos continuar defendendo o que defendíamos no passado - afirmou ACM, que pregou a transigência na política. - A intransigência é má conselheira na política - declarou. ACM demonstrou confiança no presidente Luiz Inácio Lula da Silva. - Um operário não chega à Presidência com a votação que ele teve sem qualidade. Tivemos pouco contato, talvez menos do que desejávamos, mas nos poucos que tivemos constatei que ele é um homem bom. No final do programa, após as exposições do governador Paulo Souto e do prefeito Antonio Imbassahy, o líder político baiano assegurou que sempre lutará pela Bahia e pelos baianos no Congresso Nacional, defendendo os interesses do Estado. - Estou muito feliz a cada dia que passa lutando para servir o povo da Bahia. Enquanto eu tiver vida, eu estarei lutando pela Bahia e pelos baianos - concluiu o senador. O senador voltou a defender a participação das Forças Armadas no combate ao crime e à violência que assombra a população brasileira. Ele afirmou que "segurança pública é coisa séria no País" e que, sem ordem, o Brasil nunca irá progredir. O baiano disse que ordem depende de segurança. - E quem pode dar segurança aos cidadãos são as Forças Armadas - ressaltou o senador no programa, que exibiu o discurso em que ACM cobrou, no plenário do Senado, a participação do Exército, Marinha e Aeronáutica no combate à violência. - Não temos guerras externas, portanto é preciso repensar o papel das Forças Armadas - afirmou ACM, destacando que "são 350 mil homens que podem dar segurança à população".

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