Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

Ação coordenada pode prevenir consequências de enchentes no Rio

Uma ação coordenada entre diversos órgãos públicos ligados à defesa civil e obras públicas, universidades e associações técnicas pode prevenir problemas causados por enchentes no Rio de Janeiro. Essa é a base do plano de trabalho 2009/2010 do Centro de Prevenção e Análise de Desastres Naturais, que o Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) apresentou nesta quinta-feira em sua sede, em Niterói. O centro de prevenção de desastres é vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis).(Leia Mais)

Quinta, 23 de Julho de 2009 às 07:53, por: CdB

Uma ação coordenada entre diversos órgãos públicos ligados à defesa civil e obras públicas, universidades e associações técnicas pode prevenir problemas causados por enchentes no Rio de Janeiro. Essa é a base do plano de trabalho 2009/2010 do Centro de Prevenção e Análise de Desastres Naturais, que o Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) apresentou nesta quinta-feira em sua sede, em Niterói. O centro de prevenção de desastres é vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis).

O presidente do órgão, Flavio Erthal, disse à Agência Brasil que vários organismos ligados a desastres naturais estão unidos para pensar uma estratégia comum.

– Para que a gente já comece a trabalhar agora, pensando nos primeiros resultados para a estação de chuvas que se apresente, para poder estabelecer uma ação coordenada no Estado como um todo, nesse assunto específico – disse.

O Serviço Geológico do Rio de Janeiro pretende mostrar que já tem material e formação para isso.

– Temos uma massa crítica bastante importante para que a gente possa orientar melhor as ações futuras e reduzir os efeitos. Esse é o objetivo – afirmou.

Os órgãos ligados à questão de desastres naturais traçarão um plano estratégico que será levado para aprovação do governador Sérgio Cabral Filho. O centro de prevenção de desastres tratará do mapeamento geológico das áreas de risco no Rio de Janeiro. A intenção é fazer um plano único que possa ter como resultado a redução das consequências dos desastres naturais, como deslizamentos de encostas no período das chuvas de verão, que afligem a população.

O centro de prevenção de desastres definirá as áreas mais críticas com base nas informações das universidades. A região serrana e a Costa Verde, com destaque para o município de Angra dos Reis, são as áreas fluminenses que costumam ser mais afetadas pelas enchentes. Ao longo do tempo, a partir dos critérios estabelecidos, Flavio Erthal espera ter condições de intervir nas áreas de risco antecipadamente, evitando a parte de ações corretivas, que são feitas atualmente pela Defesa Civil.

– É tentar ser preventivo. Com isso, você evita que se gaste no futuro com correções, danos materiais, mortes, que são muito mais complicados – concluiu.

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