Expus e debati com vocês ontem, aqui no blog, uma série de dados econômicos que atestam o que venho afirmando: vamos cumprir nossas metas. Falamos sobre o aumento da arrecadação que chegou a R$ 91,07 bi em janeiro, da queda do desemprego no país, dos aumentos da renda média dos brasileiros e dos investimentos externos e internos...
Hoje, mais uma boa nova vem do Banco Central. Segundo seu balanço foram gastos no ano passado cerca de R$ 26,6 bi para manter nossas reservas internacionais que hoje superam os US$ 300 bi. Como vocês acompanham pela mídia, estabeleceu-se na área econômica - executivos, empresários, formadores de opinião - grande celeuma sobre quanto nos custa manter estas reservas.
Do lado do governo, o diretor de Administração do BC, Antero Meirelles, as defende neste nível (e custo) ponderando que reservas elevadas ajudam o Brasil e as empresas brasileiras a se financiarem de forma mais barata no exterior.
Antero Meirelles considerou o índice dos custos "bom" e destacou que o acúmulo de dólares combateu perdas maiores em termos de crescimento e geração de emprego durante a crise global 2008-2009. "O volume de reservas está adequado à nossa necessidade", já que estas "são extremamente importantes na defesa do país em momentos de estresse ou de crise", completou.