A historicidade evolutiva e, em algumas situações até mesmo emergentes, altamente radicais, da política no mundo contemporâneo, revela varias facetas, principalmente depois da queda do muro de Berlim, mas não da queda dos entraves capitalistas para as impagas dívidas sociais (lucros impunes, riquezas injustas - muito ouro e pouco pão); depois das mudanças no Leste Europeu, aliás,um conseqüente aumento do poder do próprio império norte-americano (com o fim da bipolarização capitalismo/comunismo) e, no vácuo de lideranças a própria globalização neoliberal, mais as terceirizações neoescravistas e os reacionários parasitas que, ainda promovem os dinossauros do falso mercado livre; da falsa lei de oferta e procura (máfias e quadrilhas) e outras dúvidas graves e mesmo certos pragmatismos que, uma verdade sócio-real não fundamente bem e "cristãmente" (com um humanismo de resultados), coloquei-me sempre como uma espécie assim de avaliador de expectativas de resultados funcionais nesse sentido, (pessoais e institucionais) criticando a falência proposital do estado (na verdade sugado por catervas de liberais de ocasião mamando nos podres poderes), e, ainda, no vácuo da história (de transição econômica mundial), açodadas privatizações-roubos (deveriam ser auditadas as empresas estatais improdutivas e não dadas a preço de moedas podres); o sórdido quinto poder; a violência embasada pela economia informal (contrabando informal - crime organizado) e ainda, no flanco o narcotráfico poderoso (sustentando um estado paralelo) nutrido por incautos consumidores de classe média alta de primeiro mundo, inclusive e, principalmente, da chamada América Rica e dos país membros do G-7, potências européias.
E foi nessa espécie de empirismo crítico-avaliativo (e sociológico) que sondei as derrotas circunstanciais de mitos do capitalismo (vivemos hoje um capitalhordismo americanalhado) desde o assassinato insano de John Lennon morto por um ´fanático fã no auge de sua nova postura zen-Ono, pedindo um chance à paz; da demorada premiação de Charles Chaplin por Hollywood-Oscar - depois de fritado por uma canalha anticomunista radical de janotas e boçais (da América Cloaca), ou mesmo da avaliação circunstancial da cara de tacho de Bush Dois, o derrotado nas eleições (e acusado de corrupção em campanha suspeita e amoral) mas que, talvez a um bom preço vil, estranha e circunstancialmente assumiu o poder imperialista e promoveu a divisão do mundo contemporâneo entre os; 01)-Débeis mentais com um estilo de leviano hitlerismo bélico (guerra e sangue de inocentes versus petróleo), e, 02)-Os pacifistas (sonhadores?) com medo de pessoas errada em horas erradas no poder. Isso já aconteceu antes. A história se repete?
Partindo desse cenário, dessa premissa avaliativa, claro, enfoco também o Brasil (ou Brazyl S/A via FMI) num contexto todo, açodado por buscas de mudanças - depois de 500 anos de total caos social e insanidades palaciais, e, por outro lado, os reacionários (arapongas do retrocesso) não querendo entregar de mão beijada a faca e o queijo do poder, e muito menos para um PT heterogêneo de um Lula Light operário com mania de honesto, de ser justo (sonhar um humanismo de resultados), ser sincero sem ser populista e ser chorão por causa de nossa miseris afrobrasilis pós Canalha de 64 e pós-FHC o chamado Pai da Fome.
O país pagou (e vai pagar por uns cinqüenta anos ainda) altíssimo preço pela eleição de FHC (que como sociólogo de araque hoje envergonha nossa história e tem inveja do Lula) e, pior, pagou muito mais do que conhecemos, pela re-eleição desse ex-socialista (ensinou comunismo ortodoxo para Miterrand da França) e ex--sociólogo, na resultante uma vaquinha de presépio para jogos de cena no cenário da agiotagem internacional e suas máfias e quadrilhas (capitalista) no Brasil, posando de estadista bon vivant com um partido água-com-açúcar cujo símbolo é um tucano que, não nada, não canta, não voa, nem governa, pelo