Numa entrevista a uma das redes de TV norte-americanas, Allan Greenspan, ex-presidente do FED - o banco central norte-americano - não teve dúvidas diante da pergunta de todos se existe o risco de calote norte-americano: respondeu com a previsão de que a instabilidade nos mercados continuará por mais algum tempo.
Respondeu, de pronto, que não, que pessoalmente não vê esse risco, já que os Estados Unidos podem emitir dólares à vontade. O mundo paga a conta. É óbvio que essa dedução lógica, com essas palavras e assim tão direto, ele não anunciou. Mas, em outros termos é esse o sentido de sua resposta.
Afinal, nós sabemos o que significa mais dólares inundando o mundo: mais exportações norte-americanas, mais inflação e desvalorização no mundo. No nosso caso, de um real mais mais forte.
Sinal de que chegou a hora de reduzirmos os juros e cuidarmos de defender nossa economia. Nós, porque os EUA e a Europa estão cuidando da vida, da crise e da economia deles.
Rio de Janeiro, 10 de Outubro de 2026
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