Rio de Janeiro, 19 de Agosto de 2026

A balela da desindustrialização

Terça, 25 de Janeiro de 2011 às 11:35, por: CdB

Falar em desindustrialização no Brasil, como faz FHC (nota acima), com a indústria crescendo, criando 2,5 milhões de empregos/ano nos últimos anos, incorporando tecnologia e considerar que a China tem estratégia para o futuro e nós não é desconhecer o que se passa em nossa economia. Nossa indústria, nclusive, está aproveitando o câmbio favorável e importanto máquinas e equipamentos.

Claro que ao falar e escrever isso, não estou - nem devemos - subestimando a questão cambial e comercial e as relações com a China. Mas, se o ex-presidente FHC ler os jornais dos últimos dias verá que a presidenta Dilma Rousseff já orientou uma mudança radical na nossa política com relação a China.

Indico, entre tantos, o Estadão desse domingo que noticiava e trazia editorial a respeito: a presidenta Dilma encomendou à sua equipe uma estratégia para impulsionar a diplomacia sino-brasileira e, nesse sentido, quer um um plano que reflita e englobe posições do governo como um todo e não apenas do Itamaraty.

A presidenta quer ampliar ao máximo, e mais do que qualquer antecessor, as parcerias com a China. E  ao mesmo tempo já autorizou seu ministério a endurecer no front comercial e, quando possível, selecionar investimentos que venham de lá.

Conforme registraram os jornais, seu plano prevê, dentre outros itens, um uma radiografia sobre produtos sensíveis (estamos atentos à prática de dumping), um comitê para tratar dos problemas nas relações sino-brasileiras e um reforço da embaixada em Pequim.


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