"Eu aprovo o governo Dilma, assim como 73% da população o aprovam”. Com esta frase, pinçada da entrevista coletiva que dei na visita a Pernambuco ontem (leiam o Destaque O resgate da memória e justiça para Leonardo da Silva Rocha, o Zé Careca) e destacada em jornais do Nordeste e onlines hoje, eu fiz a minha avaliação dos 100 primeiros dias de administração da presidenta Dilma Rousseff.
Reafirmei a constatação de que “o Nordeste hoje é uma das regiões onde mais são criados empregos no Brasil", uma situação fruto das políticas de desenvolvimento implementadas nos 8 anos de governo Lula, quando o Nordeste cresceu a taxas sempre maiores que o restante do país.
Pesquisa CNI-IBOPE divulgada na semana passada registrou estes 73% de aprovação popular ao início do governo da presidenta Dilma rousseff. Instado pelos jornalistas em decorrência de reportagens que saíram em revistas e jornais no fim de semana, respondi, também, sobre o processo a que respondo no Supremo Tribunal Federal (STF).
Inquérito vazou só para os jornalistas
“Só os repórteres tiveram acesso ao inquérito da Polícia Federal (constante das reportagens) e não sei de que forma, porque ele é sigiloso. Por isso, em relação a ele, não tenho elementos ainda para apresentar minha defesa", respondi diante do pouco que posso falar a respeito por não acesso ao inquérito.
"Embora a revista (Época) não tenha me feito nenhum tipo de acusação, apenas citado o meu nome, já orientei o meu advogado para tentar ter acesso ao relatório da PF”, expliquei aos jornalistas.
“Já estou nesta luta há seis anos. Quero ser ouvido e fazer a minha defesa. Não quero em hipótese alguma que o processo seja prescrito. Sou inocente e vou provar isso no Supremo. Vou enfrentar este processo de cabeça erguida e sairei vitorioso” conclui.
Rio de Janeiro, 13 de Agosto de 2026
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