Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2026

Militantes do Estado Islâmico propagam aids na Síria

De acordo com relatos da mídia, a maior parte dos soropositivos são mercenários estrangeiros. A maior parte dos infectados são viciados em drogas. A doença também se espalha devido à poligamia e à escravidão sexual.

Sexta, 21 de Agosto de 2015 às 07:32, por: CdB

Por Redação, com Sputnik Brasil - de Beirute:

De acordo com relatos da mídia, a maior parte dos soropositivos são mercenários estrangeiros. A maior parte dos infectados são viciados em drogas. A doença também se espalha devido à poligamia e à escravidão sexual.

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Casos de aids não são raros nas fileiras dos militantes do EI, muitos deles são viciados em drogas ou têm antecedentes criminais

Mais de 16 casos de HIV (vírus de imunodeficiência humana, que provoca o síndrome de imunodeficiência adquirida, aids) foram detectados nas fileiras dos militantes do grupo terrorista Estado Islâmico, baseado na cidade de Mayadin no leste da Síria, segundo informou a agência síria independente ARA News.

De acordo com esta fonte, os militantes, a maioria dos quais são mercenários estrangeiros, foram colocados em quarentena em um hospital local.

O jornal britânico Daily Mail, citando o representante do grupo de ativistas antiterroristas locais, informou que os líderes do EI forçam os militantes soropositivos a se tornarem homens-bomba.

Casos de aids não são raros nas fileiras dos militantes do EI, muitos deles são viciados em drogas ou têm antecedentes criminais. A doença está se espalhando rapidamente, porque no território ocupado por extremistas se praticam a poligamia e a escravidão sexual.

O grupo terrorista Estado Islâmico (proibido na Rússia) hoje é uma das principais ameaças à segurança global. Em três anos, os terroristas conseguiram ocupar grandes áreas no Iraque e na Síria. Além disso, eles tentam espalhar a sua influência pelos países do Norte da África, em particular pela Líbia. Os terroristas anunciaram a criação do califado com as suas próprias leis e autoridades.

Os dados sobre o número de extremistas na organização também variam de 50 para 200 mil combatentes. Não há uma frente unida na luta contra o EI. As forças governamentais da Síria e do Iraque bem como a coalizão internacional liderada pelos EUA (até agora realiza apenas ataques aéreos), os curdos e os xiitas libaneses e a milícia iraquiana estão lutando contra o grupo terrorista. Na sequência dos ataques militares centenas de milhares de civis foram mortos e milhões tornaram-se refugiados.

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