O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, atingiu 0,5%, na terceira quadrissemana de maio.
Quatro dos sete grupos pesquisados tiveram aumento no ritmo de alta da inflação, com destaque para alimentação que passou de 0,5% para 0,7%
Por Redação, com ABr - de Brasília:
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, atingiu 0,5%, na terceira quadrissemana de maio, ficando acima do resultado da segunda prévia do mês (0,41%).
Quatro dos sete grupos pesquisados tiveram aumento no ritmo de alta, com destaque para alimentação que passou de 0,5% para 0,7%.
O IPC ficou acima do resultado da segunda prévia do mês (0,41%), informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
Em habitação, a taxa subiu de 0,13% para 0,22%. Em despesas pessoais, a taxa passou de 0,92% para 1,18% e, no grupo vestuário, de 0,75% para 0,99%. O levantamento mostra que, apesar de o grupo saúde apresentar o maior índice (1,99%), a alta perdeu força porque na pesquisa anterior essa classe de despesa havia subido com mais intensidade (2,4%).
Em educação, a taxa ficou estável em 0,16%. Já no grupo transporte foi constatada queda de 0,59%. Essa retração foi mais expressiva do que a registrada na segunda prévia do mês (-0,54%).
Inflação com maior alta em 20 anos
A inflaçãobrasileira acelerou mais do que o esperado e registrou o maior nível para maio em 20 anos, voltando a ganhar força no acumulado em 12 meses, reforçando a ideia de que o Banco Central não deve reduzir os juros básicos tão cedo.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial do país, subiu 0,86% em maio, ante avanço de 0,51% em abril, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
Sob a pressão dos preços de remédios e alimentos, esta foi a segunda vez seguida que o indicador acelerou a alta na base mensal e a leitura é a mais elevada para maio desde 1996 (+1,32 por cento).
Com isso, o IPCA-15 acumulou nos últimos 12 meses avanço de 9,62%, após 9,34% no mês anterior, bem acima do teto da meta do governo – de 4,5% pelo IPCA, com tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou menos.
As maiores influência para o resultado mensal do IPCA-15 vieram de alimentos e remédios, que juntos contribuíram com 0,48 ponto percentual para índice e responderam por 56 por cento da taxa do mês.
Tags:
Relacionados
Edições digital e impressa
Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.