Rio de Janeiro, 22 de Agosto de 2026

Funcionários buscam focos do Aedes aegypti no Palácio do Planalto

Cerca de 250 agentes de saúde e funcionários da limpeza participaram de vistoria, nesta sexta-feira de manhã, no Palácio no Planalto

Sexta, 11 de Março de 2016 às 09:03, por: CdB

 

O objetivo é eliminar possíveis criadouros do mosquito, que transmite os vírus da dengue, da febre chikungunya e da zika

  Por Redação, com ABr - de Brasília:   Cerca de 250 agentes de saúde e funcionários da limpeza participaram de vistoria, nesta sexta-feira de manhã, no Palácio no Planalto, em busca de focos do mosquito Aedes aegypti. O governo federal faz nesta sexta-feira nova mobilização com servidores em prédios públicos federais e de empresas estatais em todo o país. O objetivo é eliminar possíveis criadouros do mosquito, que transmite os vírus da dengue, da febre chikungunya e da zika.
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A ação desta sexta-feira pretende reforçar a mobilização dos servidores públicos federais
No Planalto, a secretária executiva da Casa Civil, Eva Chiavon, e o secretário executivo da Secretaria de Governo, Luiz Azevedo, coordenaram a ação ao lado dos funcionários. Eles vistoriaram o espelho d’água e a área interna dos jardins. A ação desta sexta-feira pretende reforçar a mobilização dos servidores públicos federais, que começou no dia 29 de janeiro, segundo Eva. “A ideia é mobilizar o nosso exército humano para vencer a batalha contra o mosquito que transmite a zika. Estamos fazendo a ação prioritariamente em 220 municípios do país, com autoridades dando o exemplo para que a gente continue a batalha de eliminar qualquer foco do mosquito. A melhor forma é a prevenção”, disse Eva. Segundo Luiz Azevedo, a vistoria no Planalto é feita toda sexta-feira. “Estamos fazendo um trabalho de fortalecer a vistoria que já é feita semanalmente. Não encontramos foco, mas um depósito de água formado por causa da chuva que já foi tratado”.

Judiciário

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, lançou na tarde de quinta-feira a campanha “O Judiciário no Combate ao Mosquito”. A ação marca a adesão à campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika. – Nós colocamos à disposição das autoridades sanitárias, especialmente do Ministério da Saúde, um verdadeiro exército – disse o ministro ao citar os integrantes do Poder Judiciário. “Temos, portanto, o material humano necessário para dar combate efetivo, levar essa mensagem aos cidadãos brasileiros de que realmente o mosquito é um risco grave para a saúde de todos”, disse o ministro. O ministro da Saúde, Marcelo Castro, lembrou os perigos que representam as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. “De todas, o zika é o mais perigoso, mas isso não pode nos levar a esquecer da dengue. A dengue mata. No ano passado, nós perdemos 863 pessoas acometidas de dengue”. O ministro destacou também o perigo da zika e o crescimento de casos de microcefalia no país. “O zika é muito mais devastador”, disse. Segundo o ministro, o engajamento da população é essencial para o combate aos criadouros nas residências. Castro disse que o combate é a melhor arma contra as doenças. “A única arma que nós dispomos, no momento, é combater o mosquito para ele não transmitir nenhuma das três doenças. E a maneira mais eficaz de combater o mosquito é eliminando seus criadouros, não deixando o mosquito nascer”. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido também pelo ministro Ricardo Lewandowski, produziu uma peça informativa que poderá ser usada pelos órgãos do Judiciário, tanto nas sessões judiciárias como nas páginas oficiais na Internet. O material do Ministério da Saúde também fará parte da campanha.
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