Rio de Janeiro, 19 de Agosto de 2026

Foguetes de militantes atingem hospital de Aleppo

Foguetes disparados por insurgentes atingiram um hospital de uma área da cidade síria de Aleppo controlada pelo governo nesta terça-feira

Terça, 03 de Maio de 2016 às 09:02, por: CdB
O Exército da Síria disse em um comunicado que o ataque foi parte de uma ofensiva abrangente de grupos insurgentes presentes em Aleppo
Por Redação, com Reuters - de Beirute:
Foguetes disparados por insurgentes atingiram um hospital de uma área da cidade síria de Aleppo controlada pelo governo nesta terça-feira, deixando pelo menos 19 mortos, informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.  
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Foguetes disparados por insurgentes atingiram um hospital de uma área da cidade síria de Aleppo
Segundo a entidade, três crianças estão entre os mortos no ataque ao hospital Al-Dabit. O grupo afirmou que outras 80 pessoas ficaram feridas e que o número de mortos provavelmente vai aumentar. O Exército da Síria disse em um comunicado que o ataque foi parte de uma ofensiva abrangente de grupos insurgentes presentes em Aleppo, e que está reagindo "às fontes dos disparos". O texto divulgado pelo comando do Exército disse que o ataque aconteceu "no momento em que estão sendo feitos esforços internacionais e locais para fortalecer a (cessação das hostilidades) e implementar... a calma em Aleppo". O Observatório afirmou que o hospital ficou seriamente danificado. Em partes de Aleppo sob domínio dos rebeldes, o grupo de monitoramento sediado em Londres disse ter havido três ataques aéreos, citando informações sobre um número não confirmado de mortos.

Prisioneiros

Tropas do governo da Síria cercaram a prisão de Hama, no oeste do país, na segunda-feira e dispararam gás lacrimogêneo depois que prisioneiros se revoltaram e capturaram vários carcereiros, relatou um grupo de monitoramento. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos disse que os detentos protestavam contra o plano de transferir prisioneiros de Hama para o presídio militar de Sednaya, ao norte de Damasco. Entre os detentos de Hama há prisioneiros políticos e islâmicos, disse. Um grupo insurgente que opera perto de Hama, localizada a 210 quilômetros da capital, disse estar pronto para bombardear milícias governamentais em cidades próximas em reação aos maus tratos dos prisioneiros, que afirmam estar exigindo "direitos básicos", como julgamento, informou o Observatório, que tem sede em Londres. O grupo Ajnad al-Sham disse que os detentos exortaram a oposição armada a "romper o sítio" das forças do governo. Mais tarde insurgentes bombardearam Maharda, uma das cidades que o Ajnad al-Sham ameaçou alvejar, relatou o Observatório. Não ficou claro de imediato se o bombardeio teve relação com o incidente na prisão. Uma autoridade do Ministério do Interior negou "os relatos de parte da mídia sobre a prisão central de Hama", disse a agência estatal de notícias Sana sem dar maiores detalhes.
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