Rio de Janeiro, 18 de Agosto de 2026

Vigilância Sanitária vacina animais domésticos

A Vigilância Sanitária Municipal promoveu nesta terça-feira, excepcionalmente, uma ação de vacinação contra a raiva no bairro do Estácio.

Terça, 19 de Abril de 2016 às 11:21, por: CdB

A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%

Por Redação, com ARN - do Rio de Janeiro:

A Vigilância Sanitária Municipal promoveu nesta terça-feira, excepcionalmente, uma ação de vacinação contra a raiva no bairro do Estácio. Os donos de cães e gatos da região puderam levar seus animais de estimação, na Creche Estácio de Sá, na subida do Morro de São Carlos. Também foi realizada a imunização domiciliar nos imóveis do entorno.

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A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há mais de 25 anos no Rio

A Vigilância Sanitária mantém pontos de vacinação permanentes nas unidades de vigilância de zoonoses: o Instituto Jorge Vaistman, na Avenida Bartolomeu de Gusmão, 1120, em São Cristóvão, e o Instituto Paulo Dacorso Filho, no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz. As duas unidades funcionam das 8h às 17h. Os usuários também podem solicitar a vacinação em domicílio, por meio da Central 1746.   Na hora da vacinação, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação.   A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus, podendo transmiti-la. Cães, gatos e morcegos são os principais transmissores e a vacinação é a única maneira de controlar a doença.   Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente, com água e sabão. Ao mesmo tempo, deve procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como pólo de profilaxia da raiva. Se possível, isolar o cão ou gato por 10 dias, para observação, e informar se tem dono e o endereço onde habita. Caso a agressão seja por morcego, a pessoa não deve tocar no animal. A orientação é procurar unidade de saúde e entrar em contato com a central 1746.   A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há mais de 25 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos, principais transmissores do vírus. A Vigilância Sanitária ressalta a importância da vacinação e ressalta que os donos de cães e gatos devem manter seus animais imunizados.

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