Tarso Genro acredita que não há ‘fogo amigo’ nas denúncias contra Palocci
23/5/2011 13:57, Por Redação - de Brasília
Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, disse acreditar que os ataques contra o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, são ações legítimas da oposição e não ‘fogo amigo’, conforme foi veiculado na imprensa conservadora paulistana, nos últimos dias.
– Eles têm que fazer esse tipo de fiscalização, mas entre ser uma ação política legítima para cobrar do ministro do governo algum tipo de informação e atribuir veracidade a elas, há uma distância muito grande – ponderou.
Genro viajou a Brasília, para uma reunião de militantes petistas, em curso na Capital Federal. Na pauta do encontro, temas como reforma tributária e guerra fiscal deverão perder espaço para a primeira crise do governo Dilma. Para o ex-ministro da Educação e da Justiça e presidente do partido no momento mais obscuro de sua história, durante a crise do mensalão em 2005, o caso Palocci deve ser tratado e decidido por Dilma. Sem “a mínima simpatia” pelas ações de Delúbio Soares, Genro considera a volta do ex-tesoureiro ao PT como “inevitável”.
O governador afirmou também que a crise da oposição é “ruim para a democracia” e classificou a postura política do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso Cesare Battisti de “completamente equivocada”. Enfrentando dificuldades para equilibrar o caixa gaúcho, Genro prepara um pacotão de medidas, sendo algumas impopulares, como a taxa de inspeção veicular, para tentar manter o ritmo da sua escalada política. Com o controle da legenda no Sul, ele busca mais espaço nacionalmente, mas é realista, apesar de sonhar com a Presidência. “Tenho 64 anos e devo pensar nos próximos 8 ou 12 anos. A realidade do PT hoje está centrada em dois nomes: Lula e Dilma”.
O caso Palocci, segundo o ex-ministro da Justiça, “se for discutido (durante o encontro), eu vou propor que se aguarde a orientação e as informações que vêm da própria presidente Dilma, que controla de maneira rigorosa o assunto. Eu não sei qual é a real acusação contra o Palocci e nem os dados das suas declarações de Imposto de Renda e fiscais”. Tarso acrescentou que a série de denúncias contra Palocci é, “em princípio, é uma ação política da oposição e legítima inclusive”.
– A oposição tem que fazer esse tipo de fiscalização. Mas entre ser uma ação política para cobrar do governo algum tipo de informação e atribuir veracidade a elas, há uma distância muito grande.
A fragmentação dos partidos oposicionistas, da forma como vem ocorrendo, para o governador gaúcho, “é muito ruim para a democracia”
– Mas o que está ocorrendo com o DEM e o PSDB não é diferente do que acontece com o PMDB. Há uma dificuldade dos partidos de criar uma identidade política. O que falta no País é um centro democrático, estável e forte, com um projeto de nação, que nenhuma destas legendas preencheu de maneira coerente. O PSDB e o DEM não conseguem definir uma personalidade política, por isso as crises. O PMDB também não definiu, mas devido à sua atuação histórica e capacidade de resistência contra a ditadura militar ainda tem um acúmulo de prestígio – afirmou.
Battisti
Enquanto ministro da Justiça, Genro concedeu status de refugiado político a Cesare Battisti. A questão ainda está em aberto.
– Eu tenho muito respeito pelo STF e todos seus ministros, mas isso não me impede de dizer que temos divergências. O STF violou flagrantemente a lei ao emitir uma decisão que não poderia ter emitido, pois as normas que estipulam o refúgio são absolutamente claras. Quando se concede um refúgio em nome da Presidência, que depois se confirmou, o processo de extradição é interrompido. Foi uma decisão completamente equivocada. O Supremo deveria ter libertado o Battisti – afirmou.
Genro, no entanto, acredita que o refúgio político ao ex-ativista italiano está assegurado no Brasil.
– O caso, por ser nebuloso, dá sustentação ao refúgio. Quando existe uma dúvida e o delito é político ou comum, ela favorece o réu e gera a convicção de que não poderia ser aplicada a legislação dos criminosos comuns. As acusações que lhe são atribuídas não estão provadas, pois eu estudei os processos. Qualquer tribunal não condenaria ele por falta de provas. O Battisti veio de uma família comunista e era um jovem border line entre a delinquência e a desinclusão social, vinculado a grupos de extrema esquerda violentos, reprimidos com legitimidade pelo Estado italiano. Está longe de dizer que não foi uma repressão política – concluiu.
Tarso Genro falou com exclusividade para o sítio brasileiro de notícias Terra.
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O PSDB não muda continua com a idea de fica tocando com vara curta a onça; aconteceu no governo do Lula, e agora, no governo da Dilma, cambada de burros, não vão consegui nada com essa denúncia sem provas,…………, vão tentando, continue, quem sabe num governo futuro. Para a turma do PSDB, esta na hora de ser um partido de verdade, pense mais no Brasil, pense mais no povo Brasileiro, é isso que espero de todos os partido no governo. Nós votamos em vcs para ajudar o país e não atrapalhar……
Estão sempre inventando taxas. Baixar custo da maquina publica, baixar juros nem pensar. É mais facil enfiar a mão no bolso do contribuinte. O resto exige competencia e saco roxo para enfrentar banqueiros, o donos do governo e do pais.
O ATAQUE DA OPOSIÇÃO NÃO DEVERIA SER CONTRA O CHEFE DA CASA VIVIL, MAS DO RESPONSÁVEL DIRETO QUE COLOCOU ELE LÁ. AFINAL, TRATA-SE DE UM SETOR EXTREMAMENTE ESTRÁTÉGICO E QUE É CONSIDERADO O BRAÇO DIREITO DO GOVERNO BRASILEIRO. PORTANTO, TERIA QUE SER INADMISSÍVEL NESTE SETOR, A PRESÊNÇA DE UM ELEMENTO, CUJA REPUTAÇAO NÃO FOSSE COMPROVADAMENTE ILIBADA.
EXIGIR UMA BLINDAGEM PARA PROTEGER UMA PESSOA ENVOLVIDA EM ATOS ILÍCITOS É DAR UM TIRO NO PRÓPRIO PÉ; É QUERER BLINDAR AS SUAS PRÓPRIAS FALHAS.
SERÁ QUE NÃO EXISTE UM ÚNICO ACESSOR NO PALÁCIO DA ALVORADA, PARA DIZER A DILMA QUE ELA ESTÁ NA CONTRAMÃO DO BOM SENSO E DA MORALIDADE? E QUE AS CONSEQUÊNCIAS DESTA ABJETA BLINDAGEM VAI LHE TRAZER GRANDE AFLIGIMENTO?
É BOM QUE A NOSSA PRESIDENTE SAIBA QUE, NÃO É SOMENTE A OPOSIÇÃO QUE ESTÁ COBRANDO UM ESCLARECIMENTO PLAUSÍVEL DO GOVERNO E DO SEU PUPILO MINISTRO, MAS TODO O POVO BRASILEIRO QUE CLAMA POR JUSTIÇA E PELA MORALIDADE!
DA ERRÔNEA FORMA EM QUE A PRESIDENTE PROCEDE, E COM O ESTÚPIDO ATRELAMENTO DO DELÚBIO SOARES NA ÁREA GOVERNAMRNTAL; ESTOU BASTANTE CONVICTO DE SE TRATAR DE UM GRENDE INÍCIO PARA A DERROCADA TOTAL DA DILMA, E, CONSEQUENTEMENTE, DO PT.
QUEM VIVER VERÁ.
(Zezé Dias)
“O COMPORTAMENTO ELEITORAL ”
Em outubro próximo a sociedade brasileira estará escolhendo, mais uma vez, os seus governantes e representantes. Esses cargos, os mais importantes da Nação,têm tudo a ver com os nossos interesses mais imediatos e mediatos. Deputados, governadores, senadores e a Presidência da República, interferem de forma direta nos nossos lares, no nosso dia-a-dia, no presente e futuro dos nossos filhos e de todas as famílias e cidadãos que formam a Sociedade. Os cargos políticos mais simples servem de trampolim para os seus ocupantes alcançarem posições mais elevadas nas suas ambições e trajetórias políticas, não raro chegando à suprema magistratura da nação; que é o sonho de todos eles. Os políticos que irão nos representar nas Câmaras Estaduais e no Congresso Nacional (deputados estaduais, federais e senadores), irão elaborar e decretar leis que beneficiarão ou prejudicarão a maioria da população, como por exemplo, mudando costumes, legislando para si, para a sua família e para os seus amigos e compadres; criando normas e promulgando impostos a seu bel-prazer, de forma muitas vezes arbitrária e injusta, afetando a minguada economia doméstica das pessoas honestas. São eles, os políticos que iremos eleger agora, os responsáveis diretos pela qualidade de nossa vida, como a educação, segurança, saúde, transportes, saneamento básico, higiene, lazer, vias públicas e outras importantes necessidades sociais.
Para cumprirem tão relevantes serviços, é mister que os nossos representantes sejam escolhidos de forma consciente, séria e madura, para que não tornemos a nos frustrar e a lamentar, arrependendo-nos ( como já o fizemos tantas vezes), com a escolha infeliz de políticos e governantes amorais e imorais que há séculos flagelam a nossa estremecida Pátria. Ninguém pode negar que as nossas escolhas eleitorais têm sido a causa de toda a nossa miséria moral, material e social. Pelos políticos que temos, devemos olhar para o “alto”, bater no peito três vezes e exclamar constrangido: “Mea culpa, mea máxima culpa ” . Dizia Platão que o governante deve ter em vista somente o bem público, jamais visar a si mesmo. É pouco provável que encontremos algum político ou candidato à altura deste preceito platônico. Apesar do baixo nível cultural, moral e mental de muitos candidatos, é obrigação de todo eleitor escolher, pelo menos os menos ruins. É indispensável conhecermos a biografia dos candidatos, antes de concedermos-lhes a licença para nos representar. Quando, a cada pleito eleitoral elegemos oportunistas, desonestos, ignorantes e incompetentes, estamos deteriorando as nossas consciências, o futuro da nossa pátria, o porvir dos nossos filhos e o destino da própria sociedade. A irresponsabilidade dos eleitores é a causa maior da decadência moral, social, política e econômica que cronicamente maltrata o Brasil. Dezenas de novos candidatos atraídos pela cobiça do “melhor emprego do mundo”, e muitos outros velhos e conhecidos sanguessugas repetentes, constam em “listas sujas” que circulam, há muito, na Internet e em publicações oficiais ou não, com implicações na Justiça, processados por diversos crimes de maior ou menor gravidade. Muitos deles serão reeleitos e outros tantos serão eleitos pelo voto ignorante, pela curta memória e irresponsabilidade de milhões de incautos brasileiros. O que podemos esperar e exigir de tais representantes?
No próximo dia 3 de outubro, teremos mais uma chance de resgatarmos a nossa honra, nossa responsabilidade, nosso caráter e a nossa credibilidade, perdidas ao longo das muitas Eleições passadas. Votamos e elegemos contumazes espertalhões e notórios corruptos que fizeram da Política uma fonte eterna de enriquecimento ilícito próprio, familiar e dos amigos. Sob a proteção do manto da imunidade parlamentar eles garantiram o alvará e o direito ao crime sem castigo. É óbvio que não estamos nos referindo a todos os governantes e políticos; sabemos e conhecemos as honrosas exceções que não freqüentam as manchetes e as páginas criminais dos Jornais, Televisão e Revistas. Estamos nos constituindo em uma sociedade masoquista que tornou crônica a escolha dos seus próprios algozes. Em verdade os nossos políticos estão longe de exibirem a envergadura moral e cívica de muitos políticos probos do passado. Estaremos a exigir demais dos atuais políticos e governantes se formos compará-los aos seus ilustres antecessores, do início da República. Entretanto, temos o direito de exigir deles um mínimo de decência, compostura e competência. Afinal, nós os colocamos nesses cargos para conduzirem os nossos destinos com zelo, decência, honestidade e competência; pagando-lhes altos salários e mordomias sem paralelo, além de muitas outras vantagens e estratagemas obscuras. Isso já são um acinte e um atentado contra milhões de trabalhadores honestos que vivem no limiar da miséria material e cultural. Um país que ostenta os mais elevados níveis mundiais de pobreza, criminalidade, corrupção e ignorância; apresenta, por outro lado, os maiores gastos com os seus políticos e a sua politicagem. Bradam aos Céus as intermináveis filas para o atendimento médico público do INSS e de seus conveniados, onde e quando milhões de pessoas carentes de recursos (e de futuro), idosos doentes, inválidos, deprimidos,revoltados e desnutridos, recebem como prêmio de uma vida inteira de trabalho honesto; a devolução minguada dos mais de trinta anos de contribuição previdenciária. Quanto do suor desses pobres miseráveis não são desviados para manter os imensos privilégios que irão gozar muitos desses candidatos eleitoreiros que estão para serem eleitos nessas próximas Eleições !
É vergonhoso e desumano o contraste entre esses desafortunados brasileiros e os seus opulentos e peraltas “representantes”. “Cada povo tem o governo que merece”! Esta frase é antiga, conhecida por todos, e ninguém duvida que ela se aplique à nossa sociedade. Se soubéssemos votar e escolhêssemos melhor os nossos candidatos, teríamos, hoje, uma sociedade mais rica, justa e competente. Falo muito em competência porque é ela que gera tecnologia, riqueza e trabalho. Não resta dúvida que a miséria social, moral, política e econômica que, cronicamente, nos atingem; são frutos da nossa ignorância e irresponsabilidade social, por elegermos como representantes indivíduos ímprobos que desviam até as doações que recebemos de outros países e as parcas verbas destinadas à merenda escolar de crianças famintas e dos miseráveis flagelados das secas e das enchentes. Os meios de comunicação estão aí, nos mostrando, diariamente, os atos imorais e impunes de muitos políticos dessa natureza. Sem falarmos das falcatruas que são acobertadas e não chegam ao conhecimento público. Mas, só o que vem à tona, é suficiente para nos causar o desabono e o descrédito na maioria desses representantes, eleitos por nós.
Não resta dúvida que ainda não aprendemos a escolher bem os nossos representantes. Votamos em qualquer indivíduo e, muitos deles, notórios desqualificados morais. Damos o nosso voto por gratidão em alguém que nos pagou uma cerveja, que nos deu um milheiro de telhas ou tijolos ou nos fez um favor qualquer; votamos em fulano que é parente, amigo de um conhecido, de um colega de trabalho, do vizinho ou companheiro de farra. Votamos em indivíduos que no ano eleitoral desfilam sorridentes pelos Mercados Municipais e Ruas, abraçando e beijando criancinhas pobres e suas raquíticas mães; candidato que aparece no balcão do boteco, dando tapinhas nas nossas costas, perguntando “interessado” pelas crianças (que, nem sempre temos); elogiando a nossa ”saúde” (que nem sempre temos) e muitas outras baboseiras pré-eleitorais . Prometemos votar em alguém que nunca ouvimos falar e que nos “empurra” um “santinho”, em cujo verso está estampada a sua foto, que às vezes mais se parece com um marginal que propriamente um candidato a um cargo de tamanha importância para a Sociedade. Votamos ainda, em Partidos, sem nos preocuparmos com a idoneidade moral e psíquica dos candidatos que eles nos oferecem. Praticamos, ainda, um crime social, quando, na última hora, na “boca da urna”, aparecem oportunistas (“cabos eleitorais”) forçando o voto da gente humilde e ignorante da periferia e nas cidades do Interior. Continuamos a votar pela beleza física, erudição, riqueza e carisma de certos candidatos que não servem nem para serem eleitores, quiçá para representantes sérios e honestos. Persistimos em vender e barganhar o nosso voto, elegendo até psicopatas. Quem conhece o comportamento de muitos políticos em pequenas cidades interioranas, verifica a trajetória perversa de alguns desses indivíduos para alcançarem os privilégios, proteção e as facilidades desonestas que decorrem da fama e do poder. São nesses pequenos “currais eleitorais” que nascem e nasceram muitos vultos nacionais. São nesses recantos humildes, distantes e esquecidos que os demagogos e desonestos, explorando a boa-fé e a ignorância dos humildes, iniciam a escalada para atingirem os cargos mais elevados da República, quando então, livremente poderão legislar em causa própria, usufruindo com os seus familiares e amigos, da parca riqueza nacional que eles não contribuíram. O desrespeito à sociedade é tão grande que virou moda aqueles que são eleitos, nomearem seus amigos e correligionários que foram derrotados nas urnas, alojando-os em importantes cargos públicos, onde irão se locupletar das finanças públicas. Pelos péssimos exemplos que dão à população (principalmente aos incultos, imaturos e aos marginalizados), é que entendemos os principais motivos da nossa decadência moral, social e econômica.
Políticos eleitos, dessa forma irresponsável, sentem-se descompromissados de seus eleitores e com o social; já que foram eleitos à revelia da vontade honesta popular. Alguns deles, derrotados pelos votos e recompensados por seus correligionários eleitos, podem sentir rancor do povo que não os elegeu e, assim, praticar toda sorte de manobras desonestas e prejudiciais, nas funções públicas que lhes foram presenteadas. É por tudo isso, bem como, por outros fatos escandalosos que se passam nos bastidores da política é que somos uma Nação rica com um povo miserável. Ainda se tem a ousadia e heresia de dizer-se que “Deus é brasileiro” ! Se o Criador já foi um dia brasileiro; há muito que Ele já devolveu esta cidadania , envergonhado do povo que aqui colocou, como diz aquela velha piada do japonês que foi reclamar de Deus por ser o Japão um país tão pequeno e acidentado. Novamente começam a surgir os candidatos com as mesmas promessas não cumpridas de sempre; a mesma demagogia eleitoreira que, embora se repita há séculos, continua enganando grande parte da população, alienada pela pobreza material, cultural e mental. Muitos deles serão eleitos e irão governar ou desgovernar as nossas Cidades, nossos Estados e o nosso País. Perpetuarão o círculo vicioso da miséria material, moral e mental que nos açoita,impiedosamente, desde o Império. Todos eles voltarão a acenar com os velhos e desgastados chavões demagógicos como: “povo”, “massa”, “operariado”, “menos afortunados”, “preservação ecológica”, “menor abandonado”, “democracia”, “autoritarismo”, “marginalizados”,”entulho autoritário”, “liberdade” e muitos outros muito bem decorados. Exibirão suas faces sorridentes e angelicais em cartazes, calendários, “santinhos” e na televisão. Picharão as calçadas, muros, passeios, postes e árvores com os seus falsos perfis e ideologias. Novamente vamos vê-los e ouvi-los trocando acusações mútuas (algumas vezes combinado), em que cada um tentará provar-nos que o concorrente é mais corrupto. Todos eles procurarão ostentar aquela auréola que costuma cingir as cabeças dos anjos, santos e mártires. Neste ano eleitoreiro, muitos políticos procurarão valorizar e moralizar a sua profissão, criando “Sindicâncias” e “Comissões” para simularem a apuração dos seus próprios crimes. Os governantes, nesta época, se tornam bons e piedosos, acelerando e inaugurando obras inacabadas de seu início de governo; financiando tudo para os pobres, desde radinhos de pilha até conjuntos habitacionais; dando aumento aos assalariados (que antes alegavam não ter “caixa” para dar), destinando verbas para tudo e para todos; “segurando” os preços de produtos essenciais (para depois majorarem absurdamente), reduzindo impostos, anistiando caloteiros, etc., etc.
Finalmente, é bom lembrar que a nossa vida, o bem-estar de todos nós e o destino dos nossos filhos irão depender da escolha que fizermos nessas próximas eleições de outubro. Jamais se esquecer de observar a vida pregressa de todos os candidatos que aí estão. Não dê o seu voto a nenhum deles que esteve ou esteja envolvido em qualquer tipo de crime.
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Carleial. Bernardino Mendonça;
Horizonte – MG.
CARLEIAL Bernardino Mendonça -
Perfil do Autor:
Psicólogo-Clínico pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais;
Estudante de direito da Universidade Estácio de Sá;
Escritor e Pesquisador na área da Psicobiologia e do direito.
Carleial. Bernardino Mendonça;
Horizonte – MG.
CARLEIAL Bernardino Mendonça -
Perfil do Autor:
Psicólogo-Clínico pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais;
Estudante de direito da Universidade Estácio de Sá;
Escritor e Pesquisador na área da Psicobiologia e do direito.
Só faltou ao currículo do Autor, e seria da máxima importância:
Manifesto dos Professores e Cientistas
ALERTA CONTRA A INSEGURANÇA
DO SISTEMA ELEITORAL INFORMATIZADO
Somos favoráveis ao uso da Informática no Sistema Eleitoral, mas não à custa da transparência do processo e sem possibilidade de conferência dos resultados.
(www.votoseguro.com/alertaprofessores)