O direito contra a direita

O direito contra a direita

Por Leonardo Boff – Prolongando reflexões anteriores, vejo que para tentarmos sair da atual crise (se possível) duas pressuposições devem ser consideradas seriamente. Caso contrário há o risco de perdermos tudo o que tivermos projetado.

Há 35 anos, uma greve

Há 35 anos, uma greve

Por Selvino Heck – Há 35 anos, 1980, uma greve sacudiu o Brasil. Naqueles tempos bicudos da ditadura militar, quem ousaria fazer uma greve que parasse por 41 dias o coração da indústria brasileira de então, o ABC paulista e suas poderosas montadoras de automóveis?

O PT, Lula, Dilma, os golpistas e a alternância

O PT, Lula, Dilma, os golpistas e a alternância

Por Rui Martins – Trinta anos depois do fim da ditadura, a democracia brasileira parece não ter chegado ainda à maturidade. A palavra alternância no poder, integrada nas velhas democracias europeias, continua provocando problemas de digestão. Não sou político, tenho o defeito dos jornalistas independentes e suas manias de objetividade (mal vistos pelo que depreendo de muitos blogs), e é nessa condição que corro o risco de meter a mão nesse vespeiro atual.

Alvo é a democracia

Alvo é a democracia

Por Paulo Moreira Leite – Bem medidas as coisas, o ataque de Joaquim Barbosa e Sergio Moro ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, é um ato que tenta afrontar a autoridade da presidente Dilma Rousseff.

Nada de golpes

Nada de golpes

Por José Inácio Werneck – Entendamo-nos: não votei em Dilma nem em Aécio. Acho que o PT desgastou-se no poder e o governo Dilma foi ruim. Se o PSDB tivesse aparecido com um candidato melhor do que Aécio, teria me abalado a sair de casa.

A corrupção deve ser investigada e punida. Os corruptos e corruptores devem ir para a cadeia. Ainda agora um alto funcionário do governo chinês foi condenado à prisão perpétua, por corrupção.

Terceiro turno ou democracia

Terceiro turno ou democracia

Por Marcelo Zero – O ressurgimento extemporâneo da Guerra Fria é francamente risível. Mas não podemos rir. Por trás desse fenômeno, há uma triste aposta na ingovernabilidade e na instabilidade que conduzam à inviabilização do mandato legitimamente conquistado.