O volume de serviços teve uma queda de 6,1% em maio deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o pior resultado para meses de maio desde o início da série histórica em 2012.
Os serviços caíram 0,1% na comparação com abril deste ano, 5,1% no acumulado do ano e 4,8% no período de 12 meses
Por Redação, com ABr - de Brasília:
O volume de serviços teve uma queda de 6,1% em maio deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o pior resultado para meses de maio desde o início da série histórica em 2012. É também a segunda maior queda da série, perdendo apenas para o recuo de 6,4% de novembro de 2015.
A receita nominal do setor de serviços cresceu 0,4% entre abril e maio deste ano
Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada, nesta quarta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os serviços caíram 0,1% na comparação com abril deste ano, 5,1% no acumulado do ano e 4,8% no período de 12 meses.
A receita nominal do setor de serviçoscresceu 0,4% entre abril e maio deste ano. Na comparação com maio de 2015, houve queda de 0,7%. Nos acumulados do ano e de 12 meses, a receita teve altas de 0,2% e 0,4%, respectivamente. A receita nominal não considera os efeitos da inflação sobre o valor dos serviços.
Índice de Confiança de Serviços cresce entre maio e junho
O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 1,9 ponto entre maio e junho deste ano e chegou a 72,4 pontos. É a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior nível desde junho de 2015. Empresários de nove das 13 atividades dos serviços pesquisadas pela FGV tiveram aumento em sua confiança.
O principal responsável pela alta foi o Índice de Expectativas, que cresceu 3,0 pontos e chegou a 78,0 pontos, devido ao aumento do otimismo em relação à evolução dos negócios para os próximos meses.
O Índice da Situação Atual, que avalia a opinião dos empresários em relação ao momento, subiu 1,0 ponto, alta provocada principalmente pela melhoria da confiança em relação ao volume de demanda atual.
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