Porta-aviões comprado da França pega fogo no Centro do Rio
22/2/2012 11:45, Por Redação - do Rio de Janeiro
Um militar morreu e dois estão feridos devido a um incêndio no porta-avião São Paulo, da classe francesa Clemanceau, que está atracado no arsenal da Marinha, no Centro do Rio. O fogo começou durante a madrugada desta quarta-feira, segundo informações iniciais da Capitania dos Portos do Rio e já teria sido controlado. As chamas teriam ocorrido por causa de uma pane elétrica e foram controladas por homens do Grupo de Controle de Avarias, treinados e especializados em combate a incêndios, segundo informe do 1º Distrito Naval. O vaso de guerra é o maior em operação no país.
Este navio, comprado da França no século passado, era basicamente utilizado como porta-helicópteros. De qualquer maneira, com a transferência, os sistemas defensivos do navio foram retirados, até porque não seriam compatíveis com sistemas idênticos operados pela marinha brasileira. As peças DCN de 100 Creussot Loire (o navio tinha inicialmente oito e depois viu o seu numero reduzido a quatro) ou os lançadores de misseis anti-aéreos e os seus respetivos sistemas de controle de tiro foram removidos antes da entrega.
Desta maneira, o Brasil acabou recebendo um navio desarmado e com pouco valor militar. O Brasil também não comprou nenhum dos aviões franceses que tradicionalmente operavam desde a coberta destes aviões, optando por adquirir um lote de aviões A-4 Skyhawk de fabrico norte-americano e propriedade do Kuwait.
A marinha brasileira iniciou então todo um trabalho de adaptação e criação de novos conceitos e táticas cujo desenvolvimento seria necessário no sentido de garantir a continuação desta arma na marinha.
O serviço de comunicação social da Marinha ainda não informou os nomes das vítimas no incêndio ao porta-aviões.
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NOSSA ENGANARO A GENTE DE NOVO .
AGORA PARA NAO FICAR NO PREJUÍZO É SÓ COLOCAR AS CABINES E 2 PISCINAS E ESTA PRONTO .
” O governo tomará todas as providências, urgentes, para que se fazem necessárias para o nascente Império possuir uma esquadra apta a defender-lhe, quer a extensa costa, quer o fértil território, e também capaz de lhe assegurar o comércio de seus contínuos portos, de vez que a Providência talhada para o Brasil os mais altos destinos de glória e prosperidade que só podem ser defendidos com uma marinha respeitável.”
Imperial Decreto Dom Pedro I
estive presente no momento do sinistro, infelizmente perdi um companheiro de farda. Marinheiro Alexandre Neto vá em paz.
Não é a primeira vez que perdemos vidas nos navios da MB.
Indignado.