Rio de Janeiro, 01 de Setembro de 2026

Polícia italiana prende suspeitos pelo naufrágio no Mediterrâneo

A polícia italiana deteve cinco traficantes de seres humanos envolvidos em um naufrágio na costa da Líbia, na última quarta-feira, no qual morreram pelo menos 25 pessoas, informaram os jornais locais.

Sexta, 07 de Agosto de 2015 às 07:24, por: CdB
Por Redação, com agências internacionais - de Roma/Londres: A polícia italiana deteve cinco traficantes de seres humanos envolvidos em um naufrágio na costa da Líbia, na última quarta-feira, no qual morreram pelo menos 25 pessoas, informaram os jornais locais. Os detidos são três líbios e dois argelinos que viajavam na embarcação que virou a cerca de 24 quilômetros da costa da Líbia. Os suspeitos são acusados dos crimes de imigração clandestina e de homicídio.  
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Após a tragédia, a Comissão Europeia pediu uma resposta global à crise migratória do Mediterrâneo
  Foram resgatados 373 imigrantes: seis estão em um hospital na ilha de Lampedusa e outras 367 recebem assistência em Palermo, na Sicília. De acordo com relatos de sobreviventes resgatados, entre 400 e 600 pessoas viajavam na embarcação. Após a tragédia, a Comissão Europeia pediu uma resposta global à crise migratória do Mediterrâneo, em conjunto com os países de origem e de trânsito, e pediu também coragem para aplicar medidas à escala comunitária. - É fácil chorar em frente da televisão quando assistimos a estas tragédias. É mais difícil levantar-se e assumir responsabilidades - disseram em uma declaração conjunta o vice-presidente Frans Timmermans, a alta representante para a política externa, Federica Mogherini, e o comissário para as Migrações, Dimitris Avramopoulos. Imigrante caminha 50km Um imigrante sudanês caminhou os 50 quilômetros do túnel do Canal da Mancha entre a França e a Grã-Bretanha, desviando de trens de alta velocidade e fugindo de guardas, até ser preso pouco antes da entrada britânica. Milhares de imigrantes da África e do Oriente Médico têm tentado fugir de acampamentos no porto francês de Calais e entrar ilegalmente na Grã-Bretanha pulando em caminhões e se escondendo em trens, prejudicando o fluxo do túnel de passageiros e mercadoria. A polícia britânica informou que Abdul Rahman Haroun, de 40 anos, foi encontrado próximo à entrada britânica do túnel na noite de terça-feira. A polícia informou que ele foi acusado de "causar obstrução usando a ferrovia", e iria se apresentar em julgamento. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse no mês passado que iria tomar ações para resolver a crise de imigração, incluindo aumentar a segurança no terminal em Calais, mas alertou que não havia solução rápida.  
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