Pedro Rios convoca para manifestação em frente ao TJ

7/2/2012 12:35,  Por Redação - do Rio de Janeiro

Pedro Rios está em sua residência situada em botafogo, após ser pressionado pela Guarda Municipal na segunda-feira. Ele diz que está tendo dificuldades para usar a voz e isso tem causado uma certa dificuldade de articulação. Mas ele garante que estará presente em manifestações pela causa de Pinheirinho e pela dignidade humana.

Pedro Rios

Pedro continua com a greve de fome e promete estar presente em todos as manifestações

Na quarta-feira, às 10:30 da manhã, ele está convocando as pessoas que tiverem interesse na causa para encontrarem com ele em frente ao TJ do Rio, para apoiar mais uma luta contra a violência e o descaso do estado e para continuar a denúncia de Pedro e a pressão sobre o caso pinheirinho.

Pedro está no décimo dia da greve de fome e está pesando 56 kgs. Na rede social do ativistas ele recebe mensagens de várias pessoas que apoiam a manifestação e dão incentivo para que o rapaz não desanime.

Diversas coisas que haviam sido emprestadas ou doadas a Pedro foram recolhidas. Todo o material foi catalogado e esta na lista a seguir.  Pedro diz que o material será repassaremos como doacao para os ex-moradores de Pinheirinho.

Lista de doações que serão doados caso os donos não queiram reaver os bens
- 2 Travesseiros
- 1 cobertor grosso cinza
- 1 Lençol branco de casal com faixa azulada
- Colchonete fino cinza
- Colchonete azul
- Toalha de rosto cinza e vermelha
- Guarda – sol ‘Ponto Frio’
- Guarda-chuva azul e verde
- Guarda- chuva preto com borda listrada pequena
- Guarda –chuva listrado pequeno
- Guarda – chuva preto
- Calça de couro preta masculina
- Jaqueta preta de couro ‘Flex’ masculina
- Toalha de rosto bege
- Toalha branca grande com renda rosa
- Fronha bege
- Baralho
- Barraca circular azul
- 2 rolos de esparadrapo
- Lona preta de acampar
- Tapete yoga azul claro.
- Colchao de ar
- Mochila preta TARGUS
- Garrafa d’agua
- Garrafa d’agua INSTITUTO VIANA JUNIOR
- Oculos Chilli Beans
- Barraca circular azul


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6 Comentários para “Pedro Rios convoca para manifestação em frente ao TJ”

  1. Anonymous

    Parabéns pela cobertura sobre a greve de fome do Pedro Rios!

  2. Moacyr Castro

    E agora? O próprio governo, via sua “agência de notícias”, desmentiu a farsa desse ‘jornalista’. Não morreu ninguém o Pinheirinho, ao contrário das dezenas de mortes na greve da PM, da Bahia do governo dilmista. Como fica esse “Correio Chapa Branca”, que embarcou na farsa e divulgou a mentira sem investigar? Tudo o que vem do Poder da nojo — principalmente esses “jornais”, pagos com o dinheiro do povo para enganar o… povo. Maisw canalhas, impossível.

  3. Alexandre

    Cade o “desmentiu a farsa desse ‘jornalista’.”?

    Os videos dele com as denuncias estao ai no youtube – a verdade nao mora ao lado ; Eu queria matar a presidenta: depoimentos da guerra civil brasileira em Pinheirinho -

    ?????????

  4. Moacyr Castro

    Basta ler e se informar para informar e não mentir. É um farsante. E quem embarcou na sua arenga, otário, inocente últil, mária-vai-com-as-outras.

    Agência de notícias do governo federal admite erro e nega mortes no Pinheirinho / UOL
    A Agência Brasil, pertencente a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) – rede pública do governo federal– divulgou nota nesta segunda-feira (6) reconhecendo erro em uma reportagem que afirmava haver mortos no processo de reintegração de posse ocorrida na região do Pinheirinho, em São José dos Campos.
    A reportagem da Agência Brasil foi ao ar no dia 23 de janeiro e chegou a ser destacado na manchete do UOL. O texto foi também citado ou republicado por diferentes veículos de imprensa nacionais e internacionais.
    Na ocasião, a Agência Brasil afirmou, baseada em declarações de Aristeu César Pinto Neto, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e também advogado dos moradores desalojados, que havia mortos na ação policial. As autoridades dos governos estadual e municipal negaram a informação. “Não houve a devida checagem da veracidade da informação sobre supostos mortos na operação de reintegração de posse da área conhecida como Pinheirinho”, afirma a rede pública.
    Leia a íntegra da nota:
    Agência Brasil reconhece erro em notícia sobre mortes no Pinheirinho
    A Agência Brasil errou no processo de apuração, edição e publicação da notícia OAB de São José dos Campos diz que houve mortos em operação no Pinheirinho, no dia 23 de janeiro. A notícia foi publicada com base em entrevista concedida à TV Brasil pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São José dos Campos, Aristeu César Pinto Neto. No entanto, não houve a devida checagem da veracidade da informação sobre supostos mortos na operação de reintegração de posse da área conhecida como Pinheirinho.
    A entrevista foi gravada por uma equipe da TV Brasil que se deslocou para São José dos Campos, mas a parte que denunciava a morte não foi utilizada no noticiário televisivo por falta de confirmação ou comprovação. No entanto, a reportagem da Agência Brasil em São Paulo teve acesso à íntegra da gravação e considerou a informação relevante e suficiente para ser publicada, tendo em vista o advogado ter se apresentado como representante de uma instituição respeitável.
    A Agência Brasil, embora tenha atendido a exigência de identificação da fonte da informação, não seguiu os demais procedimentos da boa prática de apuração, como recomenda o Manual de Jornalismo da Radiobrás, que ainda está em vigência.
    “O jornalismo deve procurar o equilíbrio. O equilíbrio é o cuidado de ouvir os principais envolvidos e de apurar os aspectos mais importantes da notícia, para reportar os acontecimentos com objetividade. Ao apurar um fato, o jornalista deve analisar o interesse de cada pessoa ou grupo a ele relacionado. Tem que se perguntar quem é o afetado pela notícia e ir além da velha agenda de fontes, trazendo novos interlocutores para comentar o tema.
    Ouvir sempre dois ou mais lados distintos de uma questão é fundamental para a equidade e para o desenvolvimento do trabalho de qualidade que a Radiobrás se propõe a fazer. Fontes da sociedade civil organizada devem ser consultadas e cidadãos não organizados devem ser considerados. A edição tem que se estruturar de maneira igualitária e seguir o bom senso. Cada personagem deve ocupar um tempo proporcional a sua importância relativa dentro da notícia. Quem foi criticado deve ter chance de responder”, diz o texto.
    O Manual de Jornalismo da EBC, que está em fase de revisão, é claro ao exigir rigor nesse tipo de apuração. “Toda denúncia deve ser confirmada antes de ser publicada. A apuração de uma denúncia deve manter o seu caráter jornalístico, ou seja, a intenção de buscar informação para o cidadão não se confundir com a atuação da polícia, do Ministério Público ou de qualquer outro ente oficial de investigação. Se a denúncia tiver origem no trabalho do Jornalismo da EBC e não estiver publicizada por qualquer outro meio, deve-se conceder ao denunciado um prazo até 24 horas para sua manifestação”, diz o texto.
    Neste caso, a denúncia estava publicizada, não apenas em redes sociais, mas até na imprensa internacional, que, antes mesmo da Agência Brasil, já mencionava a suposição de mortes. No entanto, a gravidade da denúncia requeria ao menos outra fonte fidedigna que a corroborasse.
    Faz-se necessário assegurar aos nossos leitores que não houve má-fé da Agência Brasil ao publicar a matéria. Tampouco houve submissão desta agência a qualquer interesse de natureza política. O que ocorreu foi um erro jornalístico diante de uma situação de poucas e controversas informações em uma situação tumultuada.
    A gravidade dos fatos e a urgência em noticiar informações sobre o assunto também levaram outros veículos a noticiar a possível ocorrência de mortes no conflito de Pinheirinho. É o caso do jornal britânico The Guardian, que informou ter recebido informações da mídia social que tratavam o despejo como um “massacre” e sobre a ocorrência de mortes não confirmadas.
    “Ao longo do domingo [22], sites de mídia social estavam cheios de relatórios apocalípticos de um suposto “massacre” na comunidade. Um e-mail, enviado aos meios de comunicação internacionais, afirmou que havia relatos de que pessoas haviam sido mortas. A maior rede de TV do Brasil, a TV Globo, descreveu o despejo como “uma operação de guerra”, publicou o jornal britânico, na segunda-feira (23), às 15h27.
    A matéria da Agência Brasil foi publicada às 17h30.
    As informações controversas, no entanto, não justificam a falta de rigor nos procedimentos de apuração da notícia. No mesmo dia, às 22h15, a Agência Brasil publicou a matéria Terreno do Pinheirinho deve R$ 16 milhões em impostos, diz prefeitura de São José dos Campos, na qual o prefeito do município, Eduardo Cury, negava a ocorrência de mortes.
    No dia seguinte, a Agência Brasil publicou uma reportagem com a negação da existência de mortes. A matéria Autoridades negam que tenha havido morte durante desocupação em São José dos Campos foi publicada às 14h01 de terça-feira, dia 24.
    Para evitar o mau entendimento do leitor, a Agência Brasil ainda anexou à primeira matéria, que tratava da possibilidade de mortes, o link da segunda, que desmentia a informação. Além disso, cuidou de acrescer à primeira matéria uma explicação sobre o ocorrido.
    A Agência Brasil reconhece, no entanto, que uma vez publicada uma informação, mesmo de uma fonte supostamente crível, sem a devida checagem, foi cometido um erro de difícil reparação. Ampliado pelo fato de o título da notícia não ter deixado claro que a informação era do presidente da Comissão de Direitos Humanos, e não da OAB.
    Reconhece também que a tentativa de correção do erro no noticiário seguinte foi insuficiente. Deveria ter sido enfatizada para alcançar a mesma amplitude da denúncia incomprovada.
    Por isso, a Agência Brasil está reorientando seus profissionais e revendo seus procedimentos internos para evitar que erros como esse ocorram novamente em seu noticiário.

  5. Antonio Nogueira

    E sobre o silêncio da Grande Imprensa Nacional sobre o lançamento do Livro do Amauri Ribeiro Jr., “A Privataria Tucana”, não vejo críticas tão veementes… Esconder fatos da sociedade é omissão e mostra o lado tendencioso da nossa Grande Imprensa… Onde está a tão falada Liberdade de Expressão e Direito à Informação? Pelo menos o Governo, através da sua Agência de Notícias foi ético e reconheceu o erro e acabou divulgando a informação correta. Quanto ao Livro e CPI que está sendo criada no Congresso Nacional em cima do Livro do Amauri Ribeiro Jr. o silêncio é sepulcral…

  6. Nadir

    O pior foi o livro “O Chefe” , que nem deixaram publicar, Lula e os 40 ladrões, esse livro do mensalão, será isso liberdade de imprensa???????????. é só entrando no site http://www.escandalodomensalao.com.br, para estar por dentro, até mesmo o que continua acontecendo nos dias de hoje, cadê a CPI dos “mensaleiros”, poucos julgados e nenhum condenado, exercendo atividades política, como se nada aconteceu.

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