Obras de Belo Monte podem provocar danos irreversíveis
4/3/2011 13:51, Redação, com agências
A liberação para continuidade das obras da Usina de Belo Monte sem o cumprimento de ações de minimização dos impactos socioambientais pode causar prejuízos irreparáveis, de acordo com o Ministério Público Federal no Pará (MPF-PA).
O órgão informou, por meio de nota, que a liberação do canteiro pode provocar problemas como o colapso da infraestrutura urbana na região e danos irreversíveis ao meio ambiente e à população que vive próxima ao Xingu.
Para o MPF-PA, a licença que permite a instalação do canteiro de Belo Monte é ilegal porque não está prevista no ordenamento jurídico brasileiro. Além disso, um levantamento de autoria do próprio órgão indica que, das 66 condicionantes estabelecidas em 2010, 29 foram descumpridas, quatro, atendidas parcialmente e, sobre as demais, não há qualquer informação.
A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que liberou a continuidade das obras e derrubou uma liminar expedida no último dia 25. O desembargador federal Olindo Menezes entendeu que não há necessidade de cumprimento de todas as condicionantes listadas na licença prévia para a emissão da licença de instalação inicial da hidrelétrica.
Entre as condicionantes estão ações como a construção e a reforma de escolas e hospitais, providências para o reassentamento de famílias atingidas pela barragem, recuperação de áreas degradadas, garantia da qualidade da água para consumo humano na região, iniciativas para garantir a navegabilidade nos rios, regularização fundiária de áreas afetadas e programas de apoio a indígenas.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse, nesta sexat-feira que a Vale e a Alcoa podem assumir a participação da Gaia Energia no grupo de empresas que irá administrar a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA).
– Não há crise no setor para encontrar novo sócio para Belo Monte. Nós temos muitas alternativas –, disse o ministro.
Além de Vale e Alcoa, Lobão chegou a mencionar a EBX, uma das empresas de Eike Batista, e até a possibilidade de uma das construtoras da hidrelétrica assumir a participação da Gaia Energia, empresa do grupo Bertin.
Há duas semanas, a Gaia Energia informou que irá deixar o grupo de empresas que formam a Norte Energia e o governo vem, desde então, tentando encontrar um substituto para assumir a participação de 9% que a Gaia detinha no controle de Belo Monte.
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Quando faltar luz aí é que vão o problema ambiental! Deixem de ser bobos o atrazados!
Quantas usinas foram construidaa antes da preocupação com o meio ambiente? Diversas, estão dando prejuiso ou melhorando a vida das pessoas? O que é mais importante, uma cobra pesonhenta ou o homem? Por quem o Pará é governado? Por um tucano e o MP do Pará, por quem e presidido? Se o governo ficar dando cérdito a eles, a obra não sai. A única intenção desta turma é atrapalhar. è só conferir o que fizeram nestes últimos oitos anos, nada, só mentiras, fofocas, comissão parlamentar de inquérito e nada mais.
Eu digo não a essa construção, tudo o que os gananciosos querem é dinheiro e poder. Eles não estão nem um pouco preocupados com a vida de todos os seres humanos!!!!!
Trabalhei em empresas que construiram as grandes hidroeletricas do Brasil e recordo que os estudos de impacto ambiental foram conduzidos com muito rigor. Não se pode comparar os estudos de 40 anos atras com os de agóra, porem creio que politica e engenharia não combinam muito menos com meio ambiente.Temos por exemplo uma usina em S.Paulo, a William Borden, construida primeiramente no sopé da serra do mar e depois tranferida para o pé da mesma, com mais de 700m de queda. Construida em 1910, abasteceu SP e Sudeste até a entrada do sistema Furnas na decada de 60.Se a represa Billings, tem seus mananciais ocupados irregularmente é assoreada e poluida pela ocupação irregular e pelo esgoto proveniente do bombeamento do rio Pinheiros, antes limpo {ao menos} e se Cubatão foi invadido por todos os lados ao lado da Usina, de quem é a culpa? de quem construiu a Usina? Antes de tudo convem usar o bom senso. Diversas refinarias e parques petroquimicos do pais não podem aumentar por causa da invasão populacional a seu redor quando existe legilação que proibe esse tipo de ocupação num vasto raio, incluso por questões de segurança, em que pese a minimização pelos avanços tecnologicos. Se isso não ocorreu, de quem é a culpa? Repito: politica e engenharia não combinam, principalmente se a primeira é conduzia sem ética e a segunda com. É uma questão de evitar a falta de ética.
É a velha guerra; conservadores versos progressistas. Esse pessoalzinho da direita conservadora, um bando de direitopatas, liderados pelos demotucanos, querem ver o circo pegar fogo, não querem progresso em hipótese nenhuma, eles são defensores do pensamento mesquinho; “quanto pior melhor”, que eles vem pregando a muito tepo, muito mais agora que os progressistas liderados pelo PT, estão no governo. Enquanto eles puderem vão tentar impedir a contrução de qualquer obra que traga progresso, porque essa não é a praia deles e eles querem voltar ao poder e estragar tudo o que o Brasil vem fazendo nos últimos 8 anos.
Em breve, se continuarmos a bloquear o progresso por conta do que dizem os grupos de ecochatos, estaremos utilizando novamente lamparinas e velas e tomando banho frio, além de não ter mais os confortos da energia elétrica. Sou a favor da construção de Belo Monte e de todas as demais hidrelétricas planejadas e a favor da construção de novas usinas nucleares e tb da energia solar e eólica.
Precisamos com urgência de uma base energética robusta para manter e ampliar os avanços econômicos e sociais dos últimos 8 anos.
E, Viva o Povo Brasileiro!!!!!