Microsoft apresenta primeiro smartphone Lumia sem marca Nokia
A Microsoft disse que lançará o smartphone Lumia 535 este mês com um preço acessível em seus principais mercados, abandonando o nome Nokia para o aparelho alguns meses depois de ter comprado a divisão de celulares da empresa finlandesa.
A Microsoft disse que lançará o smartphone Lumia 535 este mês com um preço acessível em seus principais mercados, abandonando o nome Nokia para o aparelho alguns meses depois de ter comprado a divisão de celulares da empresa finlandesa.
A Microsoft concluiu em abril seu negócio para comprar por US$ 7,2 bilhões a divisão de celulares da Nokia
Carregado com o mais recente sistema operacional da companhia, o Windows Phone 8.1, o Lumia 535 e o Lumia 535 dual SIM serão vendidos por cerca de 110 euros (cerca de US$ 137) antes de impostos e subsídios, disse a Microsoft em um comunicado.
O telefone contará com uma câmera frontal grande angular de 5 megapixels e uma tela QHD de 5 polegadas, disse a empresa.
Os smartphones com sistema do Windows, compostos em sua maior parte pelos Lumias, responderam por apenas 2,7 % do mercado global de smartphones no segundo trimestre, uma queda ante os 3,8 % um ano antes, segundo a empresa de pesquisa Strategy Analytics.
A Microsoft concluiu em abril seu negócio para comprar por US$ 7,2 bilhões a divisão de celulares da Nokia. A Nokia segue como uma companhia de redes, mapeamento e tecnologia de licenciamento. Ela detém e gere a marca Nokia e a licencia apenas para a Microsoft.
A Microsoft havia dito no passado que planejava licenciar a marca Nokia para seus telefones celulares de baixo custo por 10 anos, usando o nome em seus smartphones apenas por um tempo "limitado", sem especificar esse prazo.
Falha no iOS
Pesquisadores de segurança cibernética alertaram que um problema no sistema operacional da Apple, o iOS, deixa a maior parte dos iPhones e iPads fique vulnerável a ataques de hackers, que podem acessar dados sensíveis e controlar os aparelhos.
A empresa de segurança FireEye publicou detalhes sobre a vulnerabilidade em seu blog nesta segunda-feira, dizendo que o problema permite que hackers acessem aparelhos persuadindo usuários a instalar aplicações maliciosas por meio de mensagens de texto, e-mails e links.
Os aplicativos podem então ser usados para substituir aplicativos genuínos e confiáveis que foram instalados por meio da App Store, incluindo programas de e-mail e de bancos, por meio de uma técnica que a FireEye chama de "ataque mascarado".
Esses ataques podem ser usados para roubar senhas de bancos e de e-mail ou outros dados sensíveis, segundo a FireEye, conhecida no meio de segurança cibernética por suas pesquisas.
- É uma vulnerabilidade muito poderosa e fácil de explorar - disse o pesquisador da FireEye Tao Wei em entrevista.
Porta-vozes da Apple não foram alcançados para comentar.
Wei disse que a FireEye apresentou a vulnerabilidade à Apple em julho e que representantes da empresa disseram que estavam trabalhando para consertar o problema.
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