Índice de Confiança do Comércio cai para 67,1 pontos
O Índice de Confiança do Comércio (Icom), medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 1,7 ponto em março deste ano. O indicador recuou de 68,8 pontos em fevereiro para 67,1 pontos (em uma escala de zero a 200). A queda foi provocada principalmente pela piora da avaliação dos empresários do comércio em relação ao futuro, já que o Índice de Expectativas caiu 2 pontos.
A queda foi provocada principalmente pela piora da avaliação dos empresários do comércio em relação ao futuro
Por Redação, com ABr - de Brasília:
O Índice de Confiança do Comércio (Icom), medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 1,7 ponto em março deste ano. O indicador recuou de 68,8 pontos em fevereiro para 67,1 pontos (em uma escala de zero a 200). A queda foi provocada principalmente pela piora da avaliação dos empresários do comércioem relação ao futuro, já que o Índice de Expectativas caiu 2 pontos.
O indicador recuou de 68,8 pontos em fevereiro para 67,1 pontos (em uma escala de zero a 200)
O principal responsável pela queda de 2 pontos do Índice de Expectativas foi o componente que capta o grau de otimismo em relação às vendas nos três meses seguintes e que diminuiu 2,5 pontos em relação a fevereiro.
Já o Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresário em relação ao momento atual, teve queda de 1,2 ponto e chegou a 62,3 pontos. O recuo foi puxado principalmente pelo componente que mede o grau de satisfação com o volume da demanda atual e que caiu 6,5 pontos.
Confiança do Consumidor em queda
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) voltou a cair (1,4 ponto) em março deste ano, depois de duas altas consecutivas. O indicador, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 67,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Antes, ele estava em 68,5 pontos.
A queda foi influenciada principalmente pela piora da percepção dos consumidores em relação ao momento atual. O Índice da Situação Atual, que avalia as opiniões sobre o momento presente, caiu 2,8 pontos, atingindo o mínimo histórico de 66,3 pontos.
O grau da satisfação com a situação financeira atual da família foi o componente que mais contribuiu para a queda do ICC, ao recuar 4,7 pontos, atingindo 61 pontos, também um patamar mínimo histórico.
O Índice de Expectativas, que mede o otimismo em relação aos próximos meses, recuou 0,4 ponto e atingiu 69 pontos. O componente da situação financeira das famílias para os próximos meses foi o que mais recuou, dentro desse subíndice: 1,2 ponto.
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