Por Redação, com agências internacionais - de Londres
A polícia do Zimbabué estava à procura do responsável pela morte do leão mais fotografado do Parque Nacional de Hwange, foi um dentista norte-americano, Walter Palmer, o responsável pela morte de Cecil, ele pagou 49 mil euros pelo crime. O autor foi acusado de caça ilegal. O animal foi encontrado sem cabeça e sem pele.
O leão tinha 13 anos de idade, foi morto no dia 1 de julho deste ano. O corpo de Cecil foi deixado nas imediações do parque. O felino foi morto durante a noite com arco e flechas para que não fizesse ruído. O caçador esperou que o animal sangrasse até ser abatido, pela manhã.
A morte de Cecil chocou a comunidade, porque além do porte considerável, o animal parecia apreciar a presença dos humanos.
Palmer, pai de dois filhos, é natural de Minnesota sua identidade foi confirmada por fontes.
- Ele nunca chateou ninguém, era um dos animais mais bonitos para se olhar - relata Johnny Rodrigues, responsável pela unidade militar de conservação do Zimbabué.
O caçador responsável de ter feito o disparo é Theo Bronkhorst, um profissional que trabalha para a Bushman Safaris que esta sendo acusado pela “Gwayi Conservancy”, uma organização sem fins lucrativos que protege a vida animal no distrito de Hwange.