Rio de Janeiro, 02 de Setembro de 2026

Dentista norte-americano mata um símbolo da vida selvagem

A polícia do Zimbabué estava à procura do responsável pela morte do leão mais fotografado do Parque Nacional de Hwange, foi um dentista norte-americano, Walter Palmer, o responsável pela morte de Cecil, ele pagou 49 mil euros pelo crime. O autor foi acusado de caça ilegal.

Quarta, 29 de Julho de 2015 às 09:55, por: CdB

Por Redação, com agências internacionais - de Londres

A polícia do Zimbabué estava à procura do responsável pela morte do leão mais fotografado do Parque Nacional de Hwange, foi um dentista norte-americano, Walter Palmer, o responsável pela morte de Cecil, ele pagou 49 mil euros pelo crime. O autor foi acusado de caça ilegal. O animal foi encontrado sem cabeça e sem pele.

O leão tinha 13 anos de idade, foi morto no dia 1 de julho deste ano. O corpo de Cecil foi deixado nas imediações do parque.  O felino foi morto durante a noite com arco e flechas para que não fizesse ruído. O caçador esperou que o animal sangrasse até ser abatido, pela manhã.

A morte de Cecil chocou a comunidade, porque além do porte considerável, o animal parecia apreciar a presença dos humanos.

Palmer, pai de dois filhos, é natural de Minnesota sua identidade foi confirmada por fontes.

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O corpo de Cecil foi deixado nas imediações do parque

- Ele nunca chateou ninguém, era um dos animais mais bonitos para se olhar - relata Johnny Rodrigues, responsável pela unidade militar de conservação do Zimbabué.

O caçador responsável de ter feito o disparo é Theo Bronkhorst, um profissional que trabalha para a Bushman Safaris que esta sendo acusado pela “Gwayi Conservancy”, uma organização sem fins lucrativos que protege a vida animal no distrito de Hwange.

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