Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2026

Dell diz que investirá US$ 125 bilhões na China

A fabricante de computadores Dell investirá US$ 125 bilhões na China nos próximos cinco anos, disse seu presidente-executivo, Michael Dell, nesta quinta-feira, enquanto a companhia continua sua expansão na segunda maior economia do mundo.

Quinta, 10 de Setembro de 2015 às 10:02, por: CdB
Por Redação, com Reuters - de Taipé/São Francisco: A fabricante de computadores Dell investirá US$ 125 bilhões na China nos próximos cinco anos, disse seu presidente-executivo, Michael Dell, nesta quinta-feira, enquanto a companhia continua sua expansão na segunda maior economia do mundo. A Dell, terceira maior fabricante de computadores pessoais do mundo, disse que o investimento contribuirá com cerca de US$ 175 bilhões em importações e exportações, mantendo mais de um milhão de empregos na China.
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A fabricante de computadores Dell investirá US$ 125 bilhões na China nos próximos cinco anos
- A Internet é o novo motor para o crescimento econômico futuro da China e tem potencial ilimitado - escreveu o Michael Dell em um comunicado. - A Dell adotará o princípio de 'na China, para a China' e integrará de perto as estratégias da Dell China com as políticas nacionais - disse Dell, acrescentando que a companhia continuará a expandir sua equipe de pesquisa e desenvolvimento no país. A Dell anunciou em 2010 que planejava desembolsar US$ 250 bilhões em aquisições e outros investimentos na China nos 10 anos seguintes. Não ficou claro se os US$ 125 bilhões fazem parte daquele primeiro investimento. O escritório da Dell na China não pôde responder imediatamente ao pedido por comentários. Novos iPhones da Apple A Apple divulgou um novo aparelho de TV que responde a comandos de voz e novos iPhones sensíveis a diferentes níveis de pressão do toque com os dedos, mudanças que desapontaram consumidores nas redes sociais e investidores. As novas versões 6S e 6S Plus do iPhone, maior fonte de receitas da Apple, são do mesmo tamanho dos anteriores, mas vêm com melhores câmeras, processadores mais rápidos, novas cores e a funcionalidade "3D Touch". Falando para milhares de analistas, jornalistas e funcionários da Apple, o presidente-executivo Tim Cook também levou ao palco um executivo da antiga rival Microsoft para ilustrar as credenciais corporativas do novo iPad, o iPad Pro. As ações da Apple caíram 1,9 % na quarta-feira, para US$ 110,15 no fechamento, replicando o recente histórico de tais lançamentos, mas também refletindo a falta de produtos transformadores que poderiam impulsionar as vendas da empresa antes da crucial temporada de vendas de fim de ano. As ações da Apple perderam uma média de 0,4 % no dia do anúncio dos iPhones ao longo dos últimos três anos, de acordo com dados da BTIG Research. - As pessoas adoram odiar os anúncios da Apple porque as expectativas são tão altas que eles nunca conseguem alcançá-las - disse Kevin Landis, gerente de portfólio do fundo Firsthand Technology Opportunities, de US$ 111 milhões, que tem a Apple como sua segunda maior posição. - O 3D Touch não é uma razão boa o suficiente para uma atualização até agora - escreveu no Twitter o usuário Ikechukwu Nwanze sobre os novos telefones, que começarão a ser vendidos nos Estados Unidos por US$ 199  com contratos de dois anos. - Está cada vez mais difícil para a Apple competir consigo mesma - disse o analista Bob O'Donnell, da TECHnalysis Research. As ações da Apple estão em alta de 12 %  ao longo do ano passado, embora estejam em baixa de cerca de 14 % nos últimos três meses.    
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