Controvérsias na Assembléia Mundial da Saúde
19/5/2010 9:52, Rui Martins - Correspondente
A Assembléia Mundial da Saúde que vai até o dia 21, sexta-feira, em Genebra, tem como objetivos principais a aplicaçao do regulamento internacional de saude e a aplicacao dos objetivo do Milenio para o desenvolvimento da pesquisa, mas é a Gripe A que dá dores de cabeça à Organização Mundial da Saúde.
Apesar do alto custo da mobilização internacional face à anunciada pandemia, a gripe se revelou benigna, e muitos países como a França e a Suíça ficaram com estoques de vacinas não utilizados, enquanto os países africanos se queixam de não terem tido acesso à vacina.
Outro tema de controvérsias é um relatório sobre pesquisas de remédios para as chamadas doenças negligenciáveis. Nos dois casos, diz-se que os laboratórios farmacêuticos foram privilegiados, segundo denúncias alimentadas pelo jornal Le Monde.
Entre os países lusófonos, constata-se uma melhora geral em termos de saúde, porém a fuga de pessoal qualificado para a Europa ou América do Norte priva esse países de médicos e enfermeiros.
“De cem médicos formados, em Portugal, apenas um retornou a São Tomé e Príncipe. Portanto apenas 1% retorna ao país”, conta seu ministro da Saúde, Arlindo de Carvalho.
Ainda sobre a questão da formação de pessoal, diz o ministro da Saúde de Angola, Dias Van Dúnem, que “o Brasil vem dando grande apoio na formação de pessoal médico em Angola, principalmente na questão da Aids”,
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