
A maior parte das mortes infantis é provocada por infecções que poderiam ser prevenidas, de acordo com especialistas. Em um estudo publicado na revista Lancet, uma equipe norte-americana analisou dados relativos a mortalidade infantil em todo o mundo em 2010.

Cientistas nos Estados Unidos acreditam que pode ser possível usar um “escudo” de células-tronco para proteger pacientes de câncer dos efeitos colaterais da quimioterapia.

Um teste simples envolvendo desenhos e números pode ajudar a prever o risco de morte depois de um primeiro derrame entre homens mais velhos, de acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade de Uppsala, na Suécia.

A falta de exposição à natureza pode estar aumentando a incidência de asma e outras alergias entre moradores de cidades, segundo um estudo finlandês.

Os Estados Unidos podem ter mais de 42% de sua população obesa até 2030, o equivalente a 32 milhões de pessoas a mais do que os números atuais, segundo estudo elaborado pela Universidade de Duke, na Carolina do Norte. O problema atinge principalmente os afrodescendentes e a comunidade de origem hispânica.

O chef britânico Jamie Oliver e o jogador de futebol da seleção inglesa Steven Gerrard querem que o governo de seu país combata a obesidade com aulas de culinária nas escolas.

A técnica de reprogramação celular, que consegue transformar uma célula de pele, por exemplo, em célula embrionária, pode ser uma alternativa às clonagens reprodutiva e terapêutica, proibidas no Brasil pela Lei de Biossegurança (Lei nº 11.105/2005).

No Distrito Federal (DF), as autoridades de saúde fazem um apelo para que as gestantes tomem a vacina contra a gripe. Em 2011, somente 51% das grávidas foram imunizadas na capital federal.

Um teste genético poderia ajudar a prever o câncer de mama anos antes de a doença ser diagnosticada, segundo uma nova pesquisa. O teste analisa como os genes são alterados por fatores externos, como álcool e hormônios, um processo conhecido como epigenética.

Aprender uma segunda língua pode aumentar o poder do cérebro, segundo pesquisadores americanos. Os cientistas da Northwestern University dizem que o bilinguismo é uma forma de treinamento do cérebro – uma “ginástica” mental que apura a mente.