Cardozo reitera: não há prova contra Palocci

23/5/2011 18:11,  Por José Dirceu

“Se uma pessoa tem ganhos lícitos, pouco importa o momento em que eles ocorreram. Para que se pudesse fazer uma ilação, teria que se comprovar que o ganho dele teve a ver com a eleição. Não vi ninguém afirmar isso. Pelo contrário, são palavras ao vento que atingem a honra, e não me agrada ver uma pessoa ter sua honra atingida dessa forma”.

A  declaração é do ministro da Justiça José Eduardo Martins Cardozo, ao afirmar que não há razão para suspeita de origem ilícita dos pagamentos recebidos pela empresa de consultoria do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.O titular da Justiça repetiu não haver, até agora, provas de irregularidades contra Palocci, mas apenas “palavras ao vento”.

Durante palestra em almoço organizado pelo Grupo de Líderes Empresarias (LIDE), em São Paulo, o ministro da Justiça defendeu a aprovação do projeto de lei que torna crime pelo Código Penal o enriquecimento sem causa de agentes públicos e a regulamentação da atividade de lobbista no Brasil.


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1 Comentário para “Cardozo reitera: não há prova contra Palocci”

  1. antonio naddeo

    O Ministro da justiça, quando nada em razão do cargo e em respeito aos cidadãos brasileiros, deveria conservar uma certa distãncia do caso Palocci.
    Primeiro: Não foram feitas investigações oficiais o que não nos impede de fazer ilaçoes realtivas ao montante e à rapidez dos ganhos.
    Segundo: Alguem fez as acusações e caberia às autoridades constituidas (talvez o proprio ministro) invenstigar para saber se são ou não verdadeiras.
    Terceiro: Surgirão, após cuidadosa investigação, provas em um dos dois sentidos e então o culpado ( Palocci ou seu acusador) deve ser exemplarmente punido.
    Quarto: Não sei se o acusador merece crédito ou não de vez que a acusação não mereceu a devida atenção daqueles que deveriam esmiuçá-la em busca da verdade.
    Quinto: Ficou largamente comprovado que senhor Palocci ja fez, e poderá estar repetindo agora, afirmações mentirosas e abonar tais afirmaçoes sem o lastro de uma investigação isenta põem em cheque a lisura do ministro.

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