Brasília para todos com cidadania
1/2/2012 16:30, Por Prefeitura de Brasília
Programa da Sejus leva idosos, crianças e deficientes para conhecer pontos turísticos de Brasília
Suzano Almeida, da Agência Brasília
Desde o segundo semestre do ano passado, a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) tem realizado ações do programa Brasília Para Todos, que tem por objetivo dar cidadania levando grupos de idosos, crianças e deficientes para conhecer os pontos turísticos da cidade, proporcionando cultura, lazer e entretenimento a quem tem pouco ou nenhum acesso. Na manhã desta quarta-feira (1º), 65 idosos das cidades de Ceilândia e Taguatinga tiveram a oportunidade de conhecer o Memorial Juscelino Kubitschek.
“Queremos mostrar Brasília para esses brasilienses, que muitas vezes não conhecem. São idosos, crianças e pessoas com necessidades especiais que não têm condições de ir a um museu, ponto turístico ou realizar uma atividade em um parque”, explica o coordenador de Políticas Sociais da Sejus, Luiz César Fiúza.
A Secretaria promove dois passeios por mês e em cada um são atendidas, em média, cem pessoas – a expectativa é de que 2.400 participem do programa até o fim deste ano. São escolhidos grupos organizados, pertencentes a centros de convivência. No caso de crianças, elas devem ser de escolas e creches da rede pública.
Os itinerários são definidos pela Sejus, mas a Secretaria está aberta a sugestões, para melhor atender seu público.
Rozalina Pereira Sousa, 73 anos, está visitando pela segunda vez o Memorial JK, mas diz está mais uma vez emocionada. “Juscelino [Kubitschek] foi maravilhoso para Brasília”.
Diomarino Alves da Costa, 76 anos, foi mais longe. Veio à Brasília em 1959 para trabalhar na construção da nova capital e pôde conhecer o presidente “Bossa Nova” de perto. “Gosto muito de rever as coisas e conhecer as que ainda não conheço. Trabalhei aqui e me sinto muito emocionado”.
Novos projetos – Ainda este ano, a Sejus deve lançar outros dois projetos: o Esporte Solidário e o Cantando para a Vida.
O Esporte Solidário deverá realizar parcerias com núcleos esportivos que já realizem projetos voltados para as comunidades carentes. De acordo com Luiz César Fiúza, incentivos serão destinados aos grupos, como materiais para o desenvolvimento das práticas esportivas e apoio na promoção de torneios.
O Cantando para a Vida será um projeto com o objetivo de resgatar jovens com problemas de relacionamento, mas sem envolvimento com a criminalidade. “Formaremos um coral e porque não uma banda?”, prevê o coordenador.
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