Rio de Janeiro, 29 de Agosto de 2026

Bombeiros controlam incêndio em prédios antigos no Rio

Pelo menos dez viaturas do Corpo de Bombeiros estiveram nas ruas Senador Pompeu e Marcílio Dias, ao lado da Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, para controlar um incêndio que atingiu dois imóveis antigos.

Quinta, 22 de Outubro de 2015 às 11:42, por: CdB
Por Redação, com ABr - do Rio de Janeiro: Pelo menos dez viaturas do Corpo de Bombeiros estiveram nas ruas Senador Pompeu e Marcílio Dias, ao lado da Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, para controlar um incêndio que atingiu dois imóveis antigos. Foram deslocados bombeiros dos quartéis do Caju e da Central. Não se vê mais chamas no local,  mas ainda há bastante fumaça saindo de dentro dos prédios,  que são sobrados antigos, com entrada pelas duas ruas. Segundo testemunhas, o fogo começou por volta de 11h. No local funcionava uma loja de materiais de festa. Toda a área está interditada.
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Foram deslocados bombeiros dos quartéis do Caju e da Central
Explosão em São Cristovão Serão necessários pelo menos 30 dias para saber o que causou a explosão em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. Segundo informações da 17ª Delegacia Policial, responsável pela investigação, é preciso aguardar o laudo dos bombeiros e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Polícia Civil, para determinar o que aconteceu. Até o momento, 13 pessoas foram ouvidas, entre elas, quatro vítimas e dois proprietários da Pizzaria Dell’ Arco. Um vazamento em uma estocagem irregular de gás está sendo investigada. De acordo com a Defesa Civil municipal, 54 imóveis foram interditados, após vistoria dos técnicos do órgão. Desse total, 13 estão interditados por risco estrutural e 41 apresentam  desprendimento de forros de gesso e outros materiais. A Coordenadoria de Operações Especiais da Secretaria Municipal de Conservação e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) já tinha retirado 231 toneladas de escombros do entorno da explosão. O material foi removido após a área ser liberada pelo Corpo de Bombeiros. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, sete feridos foram levados para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro, mas nenhum em Estado grave. Todos foram liberados ao longo do dia. Além disso, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social cadastrou, numa tenda montada no local da explosão, 41 moradores que tiveram imóveis afetados. Somente uma pessoa aceitou acolhimento na rede de proteção do município. Os demais moradores optaram por se alojar momentaneamente na casa de amigos e parentes. A Defesa Civil informou que só vai liberar os imóveis para entrada de moradores e funcionários dos estabelecimentos comerciais após os riscos serem eliminados e uma nova vistoria ser feita no local. O morador de uma casa que desabou, Juraci Leal dos Santos, disse que perdeu todos os  os documentos que ficaram sob os escombros porque só conseguiu sair do local com a roupa do corpo. – Na hora da explosão, eu estava dormindo na parte debaixo de um beliche, na parte de cima não tinha ninguém. Por isso eu me protegi. As coisas caíram na parte de cima (do beliche). Eu acordei com um barulho enorme e o teto caindo. Eu fiquei sem entender o que estava acontecendo. A minha primeira reação foi sair da casa, com a roupa que estava no corpo mesmo, sem levar nada. César Cabral, filho do dono de uma loja de material esportivo, disse que não sabe o que vai fazer, pois o que restou da loja foi demolida. A loja do pai estava há mais de 60 anos na região. “A loja já foi demolida. Agora eu quero ver se consigo recuperar alguns documentos, que ficaram no meio dos escombros. O estoque da loja foi todo perdido com a explosão.”
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