As Ilhas Malvinas e o fim do Império Britânico na América Latina

Nessa questão da disputa em torno das Ilhas Malvinas, uma opção, embora terrível, será sempre a guerra. O confronto. A revolta por cinco séculos de exploração dos latino-americanos contra o cinismo e a opulência dos povos que subjugaram as nações indígenas e seus sucedâneos desde a América Central até a do Sul. No Norte, a história foi diferente e produziram por lá apenas mais do mesmo que os colonizou. Mas, do México à Patagônia, onde as minúsculas ilhas em disputa se situam, últimos baluartes da Union Jack neste continente, a expoliação ocorre há séculos. Seis séculos, para ser exato. Continua até hoje.

Malvinas
Os soldados argentinos resistiram o quanto puderam ao poderio britânico

Desta feita, o Império Britânico, sucedâneo do Romano, cristalizado em suas bases na Wall Street, nos paraísos fiscais e no establishment da língua inglesa, mordeu a isca pela segunda vez. Na primeira, engoliram com anzol e tudo a provocação de uns militares sádicos, treinados nos porões do DOI-Codi brasileiro, e mataram argentinos feito moscas, sem dó, nem piedade. Seguem os números oficiais, apenas para relembrar:

Argentina:
Defesa: Guarnição Militar das Malvinas: 10 mil homens (25º Reg.Inf., 8°eg.Inf., 9a.Cia.Eng., 2° Batalhão Inf.Marinha, 10ª.Brig.Inf.Mec., entre outras); veículos blindados Panhard; aviões Pucará e C-130 Hércules; helicópteros Bell UH-1H e Puma, de fabricação norte-americana; caças A-4 Skyhawk, IAI Dagger, Mirage III e Super Etendard (operando a partir do continente).

Baixas: 1,1 mil mortos e número não divulgado de feridos; 76 aeronaves e 26 helicópteros abatidos; 1 cruzador, 1 submarino, 1 barco patrulha e 3 navios auxiliares afundados; 2 barcos-patrulha avariados.

Grã-Bretanha:
Ataque: Marinha com 111 navios (42 da Royal Navy, 24 da Esquadra auxiliar e 45 mercantes requisitados); 3a. Brig. Comandos dos Royal Marines ( 40°, 42° e 45° batalhões, 29° Reg. Artilharia e outras); Exército: 3° Batalhão de Pára-quedistas; 5a.Brig.Inf.; tanques leves Scorpion e Scimitar; Aviação Naval: helicópteros Lynx Mk2 e Sea King Mk5; caças Sea Harrier.

Perdas: 255 mortos e 777 feridos; 10 aviões e 24 helicópteros destruídos; 2 destroiéres, 2 fragatas e 2 navios auxiliares afundados; 3 destroiéres, 3 fragatas e 2 navios auxiliares avariados.

Xadrez internacional

A carnificina aconteceu no intervalo de apenas dois meses. Entre as 4h30 do dia 2 de abril de 1982 e a retomada da capital, Puerto Soledad, em 14 de junho de 1982, a guerra abalou o continente mais pacífico da Terra. Desta vez, porém, 30 anos depois, a realidade é outra. Neste ínterim, os militares sul-americanos perceberam-se apenas um joguete no cenário internacional da guerra fria, prestes a ser encerrada no Muro de Berlim, sete anos depois. A era dos cucarachas no poder declinou em meio à corrupção generalizada que, na Argentina, protagonizou a entrega de uma fábrica de papel-jornal ao grupo empresarial que apoiava a presença dos militares no poder. Apenas um acepipe para a exploração humana ocorrida logo depois.

No Brasil, o mesmo esquema, patrocinado por Londres e Washington, sacramentou o império da Rede Globo e a ascensão de outras poucas empresas do hoje conhecido Partido da Imprensa Golpista (PIG), em um movimento semelhante ao ocorrido na vizinhança. Assegurado o poder por aqui, durante meio século, a elite dominante, fundadora dos partidos da direita (DEM, PSDB, PPS e outros cúmplices), seguiram com a sanha de vender o patrimônio nacional, conforme descrito no livro A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr.

Com o retorno das Forças Armadas aos quartéis e a retomada (lenta e gradual, lembram?) dos civis ao poder, o continente do qual os norte-americanos faziam de cozinha e despensa mudou o ritmo da banda. O venezuelano Hugo Chávez chegou ao poder e se consolida como um líder popular, de fato e de direito, diplomado pelo voto como líder do movimento bolivariano, que aproxima as nações sul-americanas. Na Bolívia, o socialista Evo Morales ascende ao poder. O ex-guerrilheiro José Mujica encerra décadas de domínio e opressão dos aliados do Norte. Por aqui, um ex-metalúrgico de centro-esquerda chega ao Palácio do Planalto, com papel decisivo na transformação social da América Latina, e elege seu sucessor.

A Argentina, desta vez, não deu o ponto sem nó de seus desarvorados governantes ditatoriais. Hoje, Buenos Aires fala com apoio irrestrito do eleitorado de esquerda que levou Cristina Kirchner à Casa Rosada com mais de 70% de apoio popular. Ela conta com o Brasil, governado pela presidenta Dilma Rousseff em seus confortáveis mais de 80% de aprovação dos eleitores. Recebe os aplausos da Venezuela, do Paraguai, do Uruguai, da Bolívia. É diante deste quadro, de uma crise aguda para as nações capitalistas do Hemisfério Norte, que os argentinos reivindicam nada além do que lhes pertence: a soberania sobre as Ilhas Malvinas.

Quando a dama de ferro do capitalismo selvagem, Margareth Tatcher, ainda ousava cruzar o Atlântico para aplaudir o desempenho de suas tropas no Cone Sul, havia espaço para arroubos bélicos. Hoje não há mais. Por mais bravatas que Londres possa debulhar em seu rosário de seculares vitórias marítimas, não há saliva suficiente para manter coladas aquelas pérolas à Coroa Britânica. Nem armas suficientes para derrotar um continente inteiro.

Ora, os britânicos não construíram um império no qual o Sol jamais se ocultava por calcular mal as possibilidades e, mais do que nunca, saber a hora de bancar os valentes ou manter a fleuma de sempre, tocar a retirada e voltar para casa, de onde nunca deveriam ter saído. A Índia está aí para não deixar dúvidas.

Pois bem. Este parece ser aquele momento em que a Grã-Bretanha, com suas bombas atômicas, caças de última geração, porta-aviões e demais tranqueiras navais e aéreas que possa desfilar, deveria pensar bem na vida. Na vida de seus filhos. E devolver, de bom grado, o governo das Ilhas Malvinas aos argentinos. Vai evitar muita dor de cabeça e um desgaste econômico e social desnecessário para o mundo. Qualquer esforço extra será em demasia.

No tabuleiro de xadrez da diplomacia internacional, esta cena pode ser definida pelas palavras que antecedem à queda da coroa.

– Xeque mate.

Gilberto de Souza é jornalista, editor-chefe do Correio do Brasil.

Comentários

  1. Sem dúvida, extirpados os EUA e metade do Canada o réstante do continente esta com a Argentina e a favor da devolução das Malvinas. O apoio da UE e nada é a mesma coisa. Estão pendurados até o pescoço.É hora de sua majestade britanica se recolher aos seus aposentos, enquanto ainda os tem.

  2. I have never read such ill conceived and baseless views in all my life. Why do the people of the island not have the right to self determination? Does Cuba have to be part of USA because it is on Florida’s doorstep? No. Ditto here.

  3. …pois é, derrotar um continente inteiro é difícil até para USA, salvo com o uso criminoso e chantagem da suas armas de Ets. Com certeza, hoje deve repensar e entregar o que não é dele e pedir desculpas deixando seu orgulho para os tempos quando seu ego era seu mau conselheiro. Além do mais, é ladrão criminoso que não merece perdão, mas pode tentar a desculpa, e assim quem sabe nosso coração até aceite, por compreender as mentalidades medievais ?

  4. O artigo do Gilberto está bem colocado. Gostaríamos de acrescentar mais alguns raciocínios. No mundo atual, no jogo de xadrez da política de poder, o que conta são os foguetes atômicos, que em última instância decidirão qualquer confronto. Os povos latinos americanos não devem se iludir. Nós temos muita garganta e pouca massa cinzenta. Os povos asiáticos sabiam que sua independência dependeria do poder atômico. E seguiram nessa direção, a China, a Índia, a Coréia do Norte e agora, Israel e o Irã. Nós aqui, gostemos ou não, não temos opção: teremos que nos rearmar como eles, se quisermos garantir nossa soberania verdadeira. Brasil e Argentina, os maiores e mais ricos devem se unir nessa empreitada, começando por um pacto militar e político, científico e estratégico, exatamente como fa\em os EUA e Inglaterra. Temos que tornar difíceis e intoleráveis uma ação militar contra nós. Temos que ter condições de atingí-los em seus territórios se atacarem nossas cidades. As perdas não compensariam a guerra. Eles sonham com nossas reservas de petróleo e temos que defendê-las.

  5. Meu caro Jornalista, da sua escola saíram os grandes crapulas dos últimos séculos! Que escola é essa? A escola Internacional de distorcer a verdade!

    Por favor leam um pouco mais e saibam ser críticos, não sou a favor nem contra, sou contra qualquer governo populista que leva o país a ruína o a Sra Kirchnner está fazendo com os próprios argentinos e da mesma forma para desviar dos problemas internos arruma briga com os de fora assim como foi em 1982.

    Não se iludam os perniciosos sempre culpam os outros pelo seus fracassos.

    Como nunca antes nessa América latrina se mentiu tanto e distorceram tanto a verdade.

    Passar mal com seu texto de quinta.

  6. ronaldo rego: Sua posição é relativamente correta pois os povos latino americanos tem se esforçado para atingir essas metas de rearmamento e embora detenham tecnologia, vem sendo boicotados pelas agencias de inteligencia dos ditos colonialistas, em especial a CIA, o M16, o MOSSAD e a SURRETE. O Brasil vem buscando acordos bilaterrais com os paises do BRIC, mormente orientais para pesquizas espaciais e vai ser muito mais dificil o boicote com a presença de especialistas desses paises, como o caso de Barreira do Inferno, tecnologia de propulsão nuclear e tudo o mais que foi sucateado pelas ingerencias da CIA e dos EUA e isso nao pode mais ser chamado de comunismo, embora tudo que é contrario aos interesses imperialista assim sejem denominados e agora , na moda, terrorismo. os colonialistas e imperialistas sbem muito bem que vão cortar um dobrado com possiveis alianças militares desse porte, pois o que nos não temos os demais membros dos brics tem.Basta ver que quando China e Russia se opõem eles enfiam o rabo entre as pernas. Por estar buscando essa aproximação, o Janio caiu e o Jango virou comunista, apelido comodo dado aos traidores da patria que ocuparam o pais com a ditadura militar como hoje não é novidade nenhuma. Eles sabem que o bicho pode pegar e o cuidado que devemos te ré de não dar azo as suas intrigas. Os brasileiros precisam se aclarar sobre o que é a Doutrina Monrroe (o Google tem farto material) e deixar de ver anjos onde só tem demonios (na acepção da expressão). Ser esclarecido ajuda muito e pesa na hora de tomar partido.

  7. Deixem-me rir! Primeiro, é sempre engraçado ver descendentes de colonizadores a queixarem-se da colonização. Não fomos nós, europeus, quem colonizou o Brasil e as outras terras sul-americanas. Foram os VOSSOS ANTEPASSADOS. Os reinos europeus receberam uma percentagem das riquezas produzidas na América, mas quem matou os índios, quem lhes roubou as terras, quem massacrou civilizações inteiras, quem desbravou florestas e fundou nações foram os vossos avós. Aceitem o vosso passado e deixem-se de tretas. Segundo, sobre as Falkland: é importante lembrar que os HABITANTES SÃO BRITÂNICOS. SEMPRE FORAM. A Argentina ocupou as ilhas durante dez anos e não teve lá mais do que algumas DEZENAS DE CIDADÃOS SEUS. E qualquer que seja o futuro das Falkland/Malvinas, uma coisa é certa, em nome da DEMOCRACIA: devem ser os seus habitantes a decidir. Terceiro, é importante lembrar que a Inglaterra continua a ter a capacidade militar para dar uma porrada na Argentina, apesar da crise financeira. Basta um submarino nuclear para apagar Buenos Aires do mapa. Um destroyer type 45 tem mais poder de fogo do que metade da armada argentina. Tenham juízo!! Para não falar do aspecto financeiro. Londres continua a ser a principal (ou a segunda) capital da finança global. Tem à disposição outras formas de afectar a Argentina, como está a fazer com o Irão.

  8. Estudem a história das Falklands. Elas jamais pertenceram à Argentina. Além disso, os Kelpers lá estão desde 1833. Não faz o menor sentido considerá-los como invasores. Se eles querem continuar sob a soberania britânica, a sua vontade deve ser respeitada. O que vocês estão defendendo é um dos piores crimes que se pode cometer: expurgo étnico. E o que é pior: a briga nunca foi nossa. Sinto vergonha de ser brasileiro quando leio estes disparates.

  9. O Brasil, assim como a América Latina, está sob jugo colonial desde que os portugueses e espanhóis estiveram por aqui. A única diferença que há entre os governos de direita e de esquerda no Brasil e na América Latina é a sigla: ambos são entreguistas, frios, hipócritas e controlados como marionetes pela poder mundial, pela ONU, pelos Illuminati. É apenas jogo de cena e de poder. Somente quando o povo tiver consciência de seu poder é que colocará para correr todos os bandidos que colocou no poder da América Latina, tanto de direita como de esquerda. Todos eles são como sanduíche natural: sanduíche de coisa nenhuma sem nada dentro. São serviçais e lacaios da Nova Ordem Mundial que se avizinha, e entregam as riquezas dos países latinos a olhos vistos, sangrando o povo com seus altos impostos e com a sua barbárie genocida no modo de governar. São lambe botas (direita e esquerda) do barão de Rothschild, e se reúnem no castelo desta família (direita e esquerda juntos) para tomarem uísque e rirem de nossa cara e de nossa ignorância.

  10. Bienvenido este despertar latinaomaricano !!!! Necesitamos artículos inteligentes de análisis como este para continuar arrojando luz sobre nuesra realidad y especialmente para tomar rumbos ciertos hacia el futuro que no dudo será VENTUROSO PARA NUESTRA AMERICA LATINA .- ( tampoco debemos olvidar que en nuestros paises surgen – especialmente en órganos de prensa – voces que intentan dividirnos : debemos estar atentos )

  11. Sabemos da grave crise economica que estão vivendo os europeus. Sabemos também que os olhos do mundo estão voltados para a América do Sul. Portanto, uma guerra é tudo o que nosso continente não precisa, mesmo que provocada por assuntos já resolvidos no passado entre Argentina e Inglaterra, quando a OEA não se posicionou em favor do país sulamericano.

  12. Gilberto de Souza, muito bom seu texto, parabéns, você só esqueceu de citar Rafael Correa, presidente da nação equatoriana e, Fernando Lugo, seu homólogo, da comunidade Guarani.

    Eu faço mais uma retificação: “No tabuleiro de xadrez da diplomacia internacional, esta cena pode ser definida pelas palavras que antecedem à queda da coroa.”

    – Xeque (Só XEQUE, por enquanto)

    Pois, CRISTINA = DAMA; Cameron = CAVALO, então: D X C + (DAMA COME CAVALO = XEQUE)

    Quando o UNASUL fechar seus PORTOS para TODAS (seja de QUALQUER bandeira) as embarcações PROCEDENTES das MALVINAS ARGENTINAS ou como DESTINATÁRIO as MALVINAS ARGENTINAS essa bagunça pára.

    Ah, caso seja um “PEDIDO de SOCORRO” de alguma embarcação aos portos, faz-se o socorro e confisca-se a carga.

    As MALVINAS são de PROPRIEDADE da ARGENTINA, nossa nação irmã!!!

    Fora BRITÂNICOS GENOCIDAS e SAQUEADORES!!!!!

    OBS: O que MUITOS esquecem é que a região supra é o único modo dos corsários sanguinários da OTAN “VIGIAR” o Atlântico SUL mantendo uma Base Militar nos chamados TERRITÓRIOS de ULTRA-MAR, do ADENDO do Tratado de Lisboa de 2009, orquestrado pelo PIRATA CANALHA do GORDON BROWN e, COMPACTUADO FORMALMENTE por TODA a UNIÃO Européia.

    ANGLO SAXÃO = PIRATA GENOCIDA

  13. James, Christian Conde, Gabriel e Leonardo Jordão são escoteiros de tia Beth II, a PIRATA GENOCIDA???

    Brasil de Abreu, se informe mais.

  14. Deixem os habitantes do arquipélago se manifestarem-se! Faz-se um plebiscito e a população decidirá se querem ser ingleses ou argentinos! Fica essa briguinha de políticos, todos querendo enganar. A população da ilha é quem devem decidir. No Pará, houve uma manifestação e a maioria da população decidiu ser paraense. Por que não faz o mesmo com a população da ilha?

  15. CONTRARIANDO UM BABACA CHAMADO GALVÃO BUENO, A ARGENTINA É SOBERANA SOBRE AS ILHAS MALVINAS. CHAMAR A PERDA DE OITO NAVES INGLESAS, E UMAS DUAS BEM AVARIADAS É PERDER A GUERRA, NÃO SEI O QUE SERIA VENCER.UM PAIS SEM FORÇA MILITAR FEZ ESSE ESTRAGO, QUE DIRÁ SE TIVESSE FORÇA MILITAR.CAIAM FORA INGLESES, MANTER ESSA BABAQUICE, SÓ LHES DA PREJUÍZO, OLHA SÓ O CUSTO DE MANTER MEIA DUZIA DE OVELHAS FORA DE CASA. NÃO É ATOA, QUE JÁ ESTÃO DESPENCANDO EM FINANÇAS.

  16. eu tinha 15 anos, quando esta guerra estupida ainda estava no seu auge, eu se DEUS quiser ainda vou ler uma matéria no jarnal entitulado :
    A ARGENTINA RETOMA A POSSE DAS ILHAS MALVINAS, fazendo justiça a todos aqueles pobres homens que foram jogados em uma ilha a DEUS dará, lutando com um batalão de profissionais, sendo que a maioria dos combatentes argentinos não passavam de recrutas, soldados conscritos, com uniformes e aparelhamento inadequados para tal conflito, mas los hermanos tambem bateram bastante neles, porem perderam a guerra por seram vitimas de trapaças dos estados unidos, que forneceram informações, satelites, a frança tambem caguetou fornecendo os codigos dos misseis exocetis que desviavam do alvos, o chile, fornecendo seu territorio como base para abastecimentos dos caças ingleses, entre muitas outras maracutaias possiveis, mas o que prevaleceu sem duvida nenhuma foi a bravura e o heroismo de todos los hermanos que morreram tentado defender um territorio tomado pelo imperialismo britanico, que se DEUS quiser ainda vou ve-lo cair de podre asim como os estados unidos e demais paides que sempre prejudicaram os demais, LAS MALVINAS FORAM, SÃO E SEMPRE SERÃO ARGENTINAS, VIVA ARGENTINA, VIVA O BRASIL, VIVA A AMÉRICA !!!!!

  17. A história dos arrogantes.Dois navios em alto mar.Um deles sinaliza para o outro:desvie dez a direita.O outro responde:desvie dez graus a esquerda.O primeiro navio insiste,desvie dez graus a direita, o outro responde:desvie dez graus a esquerda: o navio responde;desvie dez graus a direita,aqui é comandante e nosso navio é de guerra; o outro responde desvie dez graus a esquerda,aqui é um barco de pesca e quem fala é o marinheiro.Bem o fim da discussão vc já sabe o que aconteceu. Malvinas,Argentina e Inglaterra,quem vai ceder? tito from brasília.

  18. Nós brasileiros temos uma Malvina aqui, com o nome de Amazonas ,temos que ter cuidado com o nosso território, os imperialistas estão de olhos voltados em nosso estado. Hoje já se encontra-se infiltrados lá com o nome de ONGS.

  19. Nunca vi tanta babaquice em um só site! Nossa que besteirol! O próprio artigo mostra a falta de conhecimento do autor! Alguns comentários são bem colocados e mostra sabedoria e conhecimento! Esperem e vejam no que vai dar a ascenção desses idiotas nos governos desses paises que de emergente não teem nada e só operam na base de embuste e mentiras !Esperem e vejam! Endeusar Hugo Chaves, Evo Morales e esses outros aí é querer demais da paciência de qualquer pessoa civilizada. Mais cedo ou mais tarde o povo acordará…a história é testemunha! Quem vive falando em direitos humanos, ética e fazendo o que eles fazem com o dinheiro público (nem vou falar em mensalão…a lista seria grande demais), dizer que as Ilhas Malvinas são da Argentina era mesmo de se esperar! Não veem o que acontece no Brasil com o MST e MS tudo e com dinheiro do povo? Além do mais, esperem e vejam a nova surra que a a Argentina vai levar….rsrsrsrsrsrsrsrsrs

  20. Excelente conto humorístico ri muito. Concordo com o Gabriel, reclamar da colonização do Brasil sendo brasileiro é no mínimo hipocrisia e no máximo idiotice.
    Se os habitantes das ilhas Falkland querem ser cidadãos britânicos (e não há nenhum motivo para não serem, eles possuem como língua nativa o inglês), quem somos nós para dizer que a Argentina tem o direito de tomar a ilha.
    No mais, o grande problema do Brasil é a inveja, ser bem sucedido no Brasil é uma ofensa…

  21. Se o cidadão das ilhas Falklands quiser ser britânico que seja, mas se o cidadão da Irlanda do Norte quiser ser independente ou unir-se à República da Iralanda que vá para as profundezas do inferno. Esta é a lógica bizarra, hipócrita e ambígua dos colonizados.
    Não acho que o Brasil tenha que se envolver nos problemas argentinos. Nosso país tem, isto sim, que se preocupar com o seu rearmamento. Já somos a 5ª economia do mundo (desbancando a própria Inglaterra), mas o nosso poderio bélico é quase simbólico. O Brasil tem muito a perder se não criar um poder dissuasório. É prá ontem!

  22. Defender que as Malvinas, por serem próximas da Argentina, devem pertencer a este país, é tão absurdo como defender que Cuba, por estar a apenas 150 km da Flórida, deve pertencer aos Estados Unidos.

    Além disso, os habitantes são britânicos e tudo indica que pretendem continuar a ser. Os argentinos que querem fazer uma limpeza étnica nas Malvinas / Falkands em nome de um alegado direito histórico são tão criminosos como os sérvios que tentaram escorraçar os albaneses do Kosovo.

    Mais: o caso das Falkland não é equiparável ao da Irlanda do Norte, porque nesse país mais de 60% da população é unionista e protestante, isto é, defendem a união com Inglaterra. O conflito da Irlanda do Norte não é uma luta entre irlandeses e ingleses, mas antes de mais uma guerra civil entre irlandeses católicos republicanos e irlandeses protestantes unionistas. Não compreender isto é cegueira.

    Deixem o povo decidir. Quem tem medo da democracia? E não tenham ilusões militares: basta um submarino nuclear para manter toda a armada argentina bem longe das Falkland.

  23. eu não entendo isso, muito dos países que existem hoje ja perderam alguma parte ou ilha de seu territorio e não ficam chorando pedindo de volta, eu vi video das ilha o povo de la vive bem, tem um bom crescimento, agora percebo que o governo argentino tem inveja dos países que crescem e ele não.. não faz sentido a ilha ja foi tomata a mais de 160 anos. fala sério né.. isso daí é uma desculpa da argentina, só ficaria uma potencia se tivesse a ilha..